
Em Uberlândia, ofertas de R$19,00 não atenderam as expectativas e não teve volume de venda. No Paraná, ofertas ficaram em torno de R$ 19,50, já no porto as ofertas não superaram R$ 20,40, bem a baixo dos R$ 22,50 que foram negociados no fim da semana passada. O recuo dólar segurou os ânimos do mercado físico.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 10 centavos e fechou os negócios a R$ 23,55, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 13 centavos e fechou a R$ 24,70, assim como o vencimento de março/09 que caiu 9 centavos e fechou a R$ 25,11. No after, o mercado operou em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,60 com 5 centavos de alta, já o vencimento de janeiro/09 subiu 15 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,85 (máxima do eletrônico).
Chicago operou em alta de 1,75 pontos (+0,31%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 560,25 cents por bushel.
Mesmo com a queda do petróleo e a valorização do dólar no cenário internacional, as cotações do milho resistiram e fecharam com leve alta. Compras técnicas e as cotações do trigo foram decisivos para sustentar as cotações do milho, em Chicago.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 10 centavos e fechou os negócios a R$ 23,55, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 13 centavos e fechou a R$ 24,70, assim como o vencimento de março/09 que caiu 9 centavos e fechou a R$ 25,11. No after, o mercado operou em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,60 com 5 centavos de alta, já o vencimento de janeiro/09 subiu 15 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,85 (máxima do eletrônico).
Chicago operou em alta de 1,75 pontos (+0,31%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 560,25 cents por bushel.
Mesmo com a queda do petróleo e a valorização do dólar no cenário internacional, as cotações do milho resistiram e fecharam com leve alta. Compras técnicas e as cotações do trigo foram decisivos para sustentar as cotações do milho, em Chicago.

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