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terça-feira, 28 de outubro de 2008

27/10 - Soja: Mesmo com crise, demanda volta a puxar preços em Chicago

Os preços da soja tiveram um dia de forte recuperação no pregão desta segunda-feira, na Bolsa de Chicago. O mercado encontrou suporte no relatório de inspeções de exportação dos Estados Unidos e na demanda internacional, que ainda segue aquecida. Os contratos com vencimento em novembro fecharam o dia a US$ 8,93 por bushel, com ganhos de 29,5 cents, depois de atingir uma máxima de US$ 9,00 e mínima de US$ 8,70 ao longo do dia. As entregas de janeiro foram ajustadas a US$ 8,9725 por bushel, com valorização de 30,5 cents.
As inspeções americanas dispararam, superando o nível máximo das expectativas do mercado. Os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostraram que as inspeções da semana encerrada no dia 23 de outubro foram de 40,963 milhões de bushels (1,11 milhão de toneladas), volume quase 60% superior ao registrado na semana anterior. Os analistas do mercado esperavam por um volume entre 28 milhões (760 mil toneladas) e 40 milhões de bushels (1,08 milhões de toneladas).
“Há uma demanda maior do que nós esperávamos anteriormente. Só não há nenhum movimento de produtores interessados em vender”, disse um operador de Chicago. De acordo com os operadores, o mercado pode assistir um spread entre os contratos de novembro e janeiro, a favor do mais curto, caso as empresas não aumentem seu abastecimento. O spread a favor do contrato janeiro que era de 17 cents recuou para 2 cents, mas fechou o pregão de hoje com menos de 4 cents. As informações são da Dow Jones.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

23/10 - SOJA: FUNDAMENTOS VOLTAM A DAR SUPORTE A PREÇOS EM CHICAGO

O mercado da soja chega ao final da semana com uma tendência de recuperação. Depois das seguidas quedas registradas na Bolsa de Chicago no início da semana, os preços do grão voltaram a entrar numa trajetória de alta, suportados por alguns fundamentos, influências externas e compra especulativas. Ontem, na bolsa americana, Os contratos com vencimento em novembro tiveram ganhos quase 3% e fecharam a US$ 8,8450 por bushel, enquanto as entregas para janeiro foram negociadas a US$ 8,8850, com ganhos de 23,75 cents. Com a recuperação de ontem, o mercado chega ao último dia de negócios dessa semana acumulando ganhos semanais de 2,02% para os contratos de novembro, 0,94% para os papéis de janeiro e 0,67% para março.De qualquer forma, o mercado ainda está incerto em relação à economia mundial e à consolidação de um quadro de recessão. Apesar disso, as exportações de soja dos Estados Unidos ainda demonstram força, sinalizando que existe demanda no mercado internacional, fator esse que reduz as pressões sobre os valores da soja. Dados divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostraram que as exportações semanais dos Estados Unidos foram 784,1 mil toneladas, volume dentro das expectativas do mercado, que previa um volume entre 600 mil e 900 mil toneladas. Outro motivo que tem dado suporte ao mercado são os baixos níveis de preços, já que, mesmo com a alta, as cotações ainda estão abaixo de US$ 9,00 por bushel. Essa condição sobre vendida do mercado com as recentes quedas nos últimos pregões abriram espaço para a recuperação de ontem. Aliado a esse fator, os preços tiveram suporte da demanda de exportação e das condições climáticas, que ainda ameaçam as lavouras americanas. Outro ponto de suporte para os preços da soja foi a valorização do petróleo no mercado internacional, que voltou a subir depois da possibilidade de redução na produção dos países da Opep e também na alta do mercado de ações americano. No mercado interno, os preços da soja na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) acompanham de perto a trajetória de Chicago. Ontem, o mercado também fechou em alta, com os contratos para março fechando o pregão em alta de 3% a US$ 20,00 por saca. No mercado físico, praticamente todas as praças de negociação também fecharam em alta. A maior parte dos negócios acabou sendo realizado durante a manhã, quando o dólar superou os R$ 2,50. Os ganhos só não foram maiores porque ao longo do dia o Banco Central voltou a fazer leilão da moeda americana, fazendo com que o dólar fechasse em baixa de mais de 3% a R$ 2,305.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

22/10 – Soja: Preços da soja fecham em queda de 5,4% na bolsa de Chicago

Influenciados pelo desempenho negativo de outros mercados e por vendas especulativas ao longo do dia, os preços da soja na bolsa de Chicago encerraram os negócios da quarta-feira em forte queda. Os contratos com vencimento em novembro foram negociados a US$ 257,30 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu 250 pontos para 33,33 cents por libra.
As preocupações em relação à economia mundial continuam pressionado os mercados de commodities energéticas, que, por sua vez, derrubam os preços da soja. Aliado a esse fator, o fortalecimento do dólar contribui para jogar ainda mais para baixo o mercado e acentuar as perdas. Os operadores tentam medir o quanto uma recessão global poderia reduzir a demanda por alimentos, que ainda é a chave para afastar os compradores dos negócios.
No momento do fechamento dos agrícolas, em Chicago, o índice Dow Jones da bolsa de Nova York registrava perdas de 400 pontos, enquanto os preços do petróleo acumulam perdas de US$ 5,00 por barril. No sentido oposto, o dólar registrava fortes altas.
Entre os fundamentos, que limitam as quedas da soja, o mercado ainda enxerga uma boa demanda pelo grão dos Estados Unidos e ainda tem incertezas em relação à produtividade da safara americana. O DTN Meteorlogix prevê que o Meio-Oeste americano terá chuvas durante os próximos três dias, o que pode atrasar um pouco a colheita.
Amanhã, o Census Bureau’s vai divulgar o relatório de esmagamento de soja de setembro. A expectativa do mercado é de que tenham sido esmagados 121,1 milhões de bushels (3,50 milhões de toneladas). Ainda na quinta-feira, o ura nos Estados Unidos (USDA) vai divulgar o relatório de exportações semanais. O mercado prevê que tenham sido exportadas entre 600 mil e 900 mil toneladas de soja na última semana. Para o farelo, as estimativas projetam volumes entre 125 mil e 200 mil toneladas, enquanto para óleo são esperadas entre 5 mil e 15 mil toneladas. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Broadcast

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

21/10 - SOJA: PREÇO EM CHICAGO SOBE 3,9% E VOLTA A FICAR ACIMA DE US$ 9,00/BU

Os preços da soja em Chicago fecharam em alta pelo segundo pregão consecutivo e voltaram a ficar acima dos US$ 9,00, fato que não ocorria desde o início da semana passada. Os contratos com vencimento em novembro encerraram os negócios de ontem a US$ 9,28 por bushel, com ganhos de 3,91%, depois de terem alcançado a máxima de US$ 9,38. Segundo alguns analistas de Chicago, o mercado de soja se recupera que fortes perdas registradas nas últimas semanas, durante o período de grande oscilação do mercado financeiro. O mercado ainda segue de perto dos movimentos da bolsa de Nova York, do petróleo e do dólar. O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York apresentava ganhos de 600 no momento de fechamento do mercado da soja, quanto o petróleo também subia e o dólar tinha perdas no mercado internacional. Segundo o broker da Advance Trading, Jay Fitzgerald, "o mercado estava sobre vendido, o que estimulou uma recuperação". Enquanto o mercado se recupera das recentes perdas, Fitzgerald disse que os recentes dados sobre produtividade do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estão super estimados, o que deve dar algum suporte no médio prazo. Além dos fatores ligados ao mercado financeiro, que ainda têm grande influência sobre os preços da soja, alguns corretores informaram que o governo chinês voltou às compras com objetivo de recompor estoques estratégicos e estimular o plantio de soja pagando preços 15% acima do mercado. Algumas estimativas mostram que foram adquiridas 1,5 milhão de toneladas no mercado doméstico chinês, fazendo a bolsa local atingir o limite de alta. No mercado futuro brasileiro, o dia foi de poucos negócios, mas os preços da soja voltaram a subir. Os contratos com vencimento em outubro fecharam o dia a US$ 22,20, valorização de 8,82% em comparação ao resultado da última sexta-feira. Alguns corretores atribuíram a forte alta a dois motivos. O primeiro deles é que os preços da BM&F acompanharam os resultados da soja em Chicago. Além disso, com o baixo volume de negócios, os poucos contratos comercializados foram suficientes para fazer os preços atingirem os picos do dia. No mercado doméstico, a safra da América do Sul, especialmente do Brasil, já começa a preocupar com a falta de crédito para o plantio, o que pode gerar redução na produtividade. Aliado a esse fator, a queda nos preços em Chicago também preocupa, visto que a rentabilidade em algumas regiões se aproxima do seu limite. Segundo levantamento da Célere, considerando um custo de R$ 30 por saca, o preço que o produtor conseguiria pela soja exportada a partir de Rio Verde seria de R$ 33,80. A situação mais crítica é em Rondonópolis, onde o valor recebido pelo produtor seria de R$ 31,70 com o atual preço de Chicago, para um estimado em R$ 30,00 por saca. "Tomando como referência as variáveis de formação de preço no porto de Paranaguá, os níveis atuais de preços negociados no mercado externo da soja retiram praticamente a margem do produtor, principalmente na região centro-oeste. Tal fato não é novidade devido aos gargalos que o mesmo enfrenta para levar sua produção ao mercado exportador", diz relatório da consultoria.
Fonte: Broadcast

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

20/10 - Soja: Preços voltam a subir com suporte de outros mercados



Os preços da soja na Bolsa de Chicago fecharam o pregão desta segunda-feira em alta, com suporte de um rally registrado ao longo do dia. Os contratos com vencimento em novembro encerraram os negócios de hoje a US$ 9,28 por bushel, com ganhos de 18 cents, depois de terem alcançado a máxima de US$ 9,38. O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York apresentava ganhos de 600 no momento de fechamento do mercado da soja. Além disso, o petróleo registrava ganhos, enquanto o dólar apresentava enfraquecimento no mercado internacional. Os derivados da soja se beneficiaram dos ganhos de outros mercados e também fecharam em alta. As entregas do farelo para dezembro fecharam em alta de 70 cents a US$ 256,70 por tonelada curta, enquanto as cotações do óleo com vencimento em dezembro subiram 192 pontos para 39,21 centavos de dólar por libra-peso. Segundo o broker da Advance Trading, Jay Fitzgerald, os derivados da soja ficaram praticamente estáveis devido ao movimento de outros mercados. No caso da soja, ele disse que "o mercado estava sobrevendido, o que estimulou uma recuperação". Enquanto o mercado se recupera das recentes perdas, Fitzgerald disse que os recentes dados sobre produtividade do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estão muito elevados, o que deve dar algum suporte no médio prazo. Segundo analistas, os produtores continuam retraídos, deixando o mercado com muito pouca atividade. "Eles não estão vendendo, nem comprando nada", disse Fitzgerald. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Broadcast

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

17/10 - SOJA: PREÇO EM CHICAGO SOBE E VOLTA A SE APROXIMAR DE US$ 9,00/BU


Os preços da soja interromperam o movimento de queda e voltara a fechar em alta na Bolsa de Chicago. Diante um mercado que aproveitou para cobrir posições com os baixos níveis atingidos, as compras especulativas deram suporte para as cotações nesta sexta-feira, juntamente com alguns fundamentos e o desempenho positivo de outros mercados. Os preços da soja para novembro tiveram ganhos de 27 cents e fecharam a US$ 8,94. Já as entregas de dezembro para o farelo subiram US$ 6,20 e terminaram o dia a US$ 258,20 por tonelada curta, enquanto o óleo subiu 5 pontos para 35,50 cents por libra. A alta nos mercados de ações de petróleo abriram as portas para a recuperação dos preços da soja, com o suporte das exportações americanas, que vieram bem acima das expectativas do mercado. Segundo o analista Joe Victor, da Allendale Inc., o resultado de hoje mostrou que os fundamentos voltaram a influenciar os preços da soja em Chicago, algo que não ocorria há algum tempo. Com o suporte dos fundamentos, os preços da soja voltaram a se aproximar da barreira psicológica dos US$ 9,00, o que reduziu as perdas acumuladas ao longo da semana. Além dos bons números de exportação dos Estados Unidos, que mostraram um aumento da demanda, os operadores voltaram a falar que a produtividade na safra americana ainda pode ter prejuízos. Além disso, as cotações da soja também foram beneficiadas pela alta de quase 3% nos preços do petróleo. De qualquer forma, os operadores continuam atentos à volatilidade do mercado financeiro e seus reflexos sobre as commodities agrícolas. Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que as exportações semanais de soja foram de 1,028 milhão de toneladas até a semana encerrada no dia 9 de outubro. O número supera as expectativas do mercado, que esperava por um volume entre 500 mil e 800 mil toneladas de soja. Os embarques de farelo também superaram as previsões e somaram 245,5 mil toneladas, para uma expectativa que variava entre 100 mil e 150 mil toneladas. No caso do óleo, o mercado esperava um número de exportação entre zero e 15 mil toneladas, mas o dado do USDA mostrou que foram vendidas ao exterior 16,1 mil toneladas. As informações são da Dow Jones.


Fonte: Broadcast

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

16/10 - SOJA: COTAÇÃO SOBE COM POSSIBILIDADE DE ATRASO NA COLHEITA NOS EUA



Os preços da soja fecharam o pregão desta quinta-feira em alta, se recuperando da queda registrada no início dos negócios de hoje, provocada por vendas especulativas. Os negócios para novembro encerraram o dia cotados a US$ 8,67 por bushel, com ganhos de 9 cents em relação ao fechamento de ontem. As entregas para dezembro do farelo, no entanto, voltaram a cair e tiveram perdas de US$ 7,50, fechando a US$ 252 por tonelada curta, enquanto os contratos para dezembro do óleo recuaram mais 8 pontos para 35,45 centavos de dólar por libra. Outros mercados continuam influenciando a direção dos preços da soja. A recuperação do mercado acionário dos Estados Unidos depois das perdas do início do dia não foi suficiente para fazer os preços do farelo subirem. Analistas disseram que o mercado aproveitou as perdas na bolsa de Nova York para liquidarem algumas posições no farelo e fazerem a cobertura de posições. Já no mercado do grão, uma posição sobrevendida dos contratos e a possibilidade de haver atraso na colheita da soja nos Estados Unidos por causa da chuva deram suporte aos preços no pregão de hoje. De qualquer forma, o sentimento é de que uma valorização mais acentuada das commodities ainda é limitada pelas incertezas em relação à economia mundial. Segundo alguns analistas, os operadores têm receio de assumirem posições muito grandes e realizarem compras mais agressivas para verem em seguida uma queda na demanda internacional. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

14/10 – Soja: Preços recuam para menos patamar desde agosto de 2007


Os preços da soja fecharam o pregão de hoje na Bolsa de Chicago em queda, recuando pouco antes do fechamento diante do enfraquecimento do mercado de ações nos Estados Unidos de vendas especulativas no mercado da commodity. Os contratos com vencimento em novembro recuaram 32ª cents para ES$ 8,96 por bushel, o valor mais baixo desde agosto de 2007. As entregas de farelo para dezembro tiveram baixa de US$ 9,20 e fecharam a US$ 247,50 por tonelada curta, enquanto os vencimentos de dezembro do óleo de soja terminaram o dia com perdas de 121 cents a 38,00 centavos de dólar por libra.
A queda no mercado de ações dos Estados Unidos, juntamente com a retração dos preços do petróleo foram considerados sinais de baixa pelos operadores. Analistas disseram que o mercado acelerou as perdas com vendas especulativas, que levaram os gráficos aos limites de baixa na Bolsa de Chicago.
As incertezas em relação à economia mundial ainda deixam o mercado de ações volátil e o de commodities acaba por espelhar esse movimento do setor financeiro. Perto do fechamento da soja, o índice Dow Jones operava em queda de 200 pontos e o barril do petróleo era negociado abaixo dos ES$ 80,00, a ES$ 78,77.
Entra os fundamentos, o bom avanço da colheita da lavoura americana e os dados mensais de esmagamento de soja abaixo do esperado contribuíram para pressionar ainda mais os preços. A expectativa do mercado era de que o departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgasse uma colheita entre 50% e 60% da área plantada. O relatório indicou que 51% da soja já está colhida, confirmando, assim, as expectativas do mercado.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

13/10 - SOJA: PREÇOS VOLTAM A SUBIR COM SUPORTE DO PETRÓLEO E QUEDA DO DÓLAR


Os preços da soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago. As cotações encontraram no desempenho positivo de outros mercados e também na desvalorização da moeda americana no cenário internacional. Os contratos para novembro tiveram ganhos de 18 cents e fecharam o pregão de hoje a US$ 9,28 por bushel, depois de terem alcançado a máxima de US$ 9,38 ao longo do dia. O mercado teve forte suporte da bolsa de Nova York, que registrava ganhos de 600 pontos quando o mercado de grãos fechou, e também da alta do petróleo e do enfraquecimento do dólar. Os derivados também se beneficiaram da alta da soja. Os contratos do farelo com vencimento em dezembro subiram 70 cents para US$ 256,70 por tonelada curta. Já as entregas de dezembro do óleo de soja terminaram o dia com alta de 192 pontos a 39,21 centavos de dólar por libra-peso. A soja e seus derivados "seguiram em alta devido à valorização de outros mercados. O mercado estava sobre vendido e deu um salto", disse Jay Fitzgerald, operador da Advance Trading. Enquanto o mercado se recupera das quedas da semana passada, alguns operadores consideram que os recentes dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxeram uma produtividade muito elevada. Apesar disso, os agricultores parecem não estar contribuindo com a comercialização. "Eles não estão vendendo nada e não estão comprando nenhum tipo de insumo", disse o operador. O mercado espera que cerca de 40% da safra americana de soja já esteja colhida até o USDA divulgar seu relatório semanal de acompanhamento de safra, que será divulgado amanhã. O relatório deveria ter sido divulgado hoje, mas foi adiado devido ao feriado de Columbus Day. As informações são da Dow Jones.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

10/10 - Soja: Relatório do USDA e mercado financeiro derrubam cotações, em Chicago

O indicador esalq traduz o movimento de recuperação da soja, nos últimos dias, partindo de R$ 44,33, no dia 6/10, para 46,61, fechamento do dia 9/10, uma valorização de 5,14%.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 20,50 teve desvalorização de 180 cents, já o vencimento de maio/09 cedeu 107 cents, e fechou a US$ 20,33. No after, o mercado operou em queda para o vencimento de maio/09 que cedeu 53 cents e fechou a US$ 19,80, já o vencimento de novembro ficou estável.
Chicago encerrou os negócios em limite de queda de 70,00 pontos (-7,14%), para novembro, a 910,00 cents por bushel.
O último dia da semana foi marcado pelo pessimismo, Chicago operou em limite de baixa, tanto para o vencimento de dezembro quanto para janeiro/09, o temor em relação a crise de confiança levou investidores a liquidarem posições em mercados de risco. Soma-se a isso a expressiva alta do dólar, e os números que o USDA trouxe para soja, ampliando em 1,71% a expectativa de produção, e ampliando em 85 milhões de toneladas os estoques de passagem.



quinta-feira, 9 de outubro de 2008

9/10 - Soja: 3º dia seguido de recuperação

O indicador esalq traduz o movimento de recuperação da soja, nos últimos dias, partindo de R$ 44,33, no dia 6/10, para 46,53, fechamento do dia 8/10, uma valorização de 5,03%.
Na BM&F, o mercado de soja operou em alta. O vencimento de novembro, cotado a US$ 22,30 teve valorização de 85 cents, já o vencimento de maio/09 subiu 90 cents, e fechou a US$ 21,40. No after, o mercado operou em queda para o vencimento de maio/09 que cedeu 50 cents e fechou a US$ 20,90, já o vencimento de novembro ficou estável.
Chicago encerrou os negócios em alta, pelo terceiro dia, de 16,00 pontos (+1,66%), para novembro, a 980,00 cents por bushel.
Chicago registrou a terceira alta consecutiva para a soja. A condição de sobrevendido do mercado abre espaço para compras técnicas, além de que os baixos preços também são suporte para compras. Amanhã, teremos o primeiro relatório que trará a produtividade da safra americana até então. Olhando os fundamentos, não há previsão de chuvas até sábado, assim devemos ter um bom desempenho da colheita americana. A alta só não foi maior devido a forte crise que os mercados financeiros atravessam.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

8/10 - Soja: Mercado sobrevendido possibilita segundo dia consecutivo de alta

Mercado físico de soja: Triângulo Mineiro = R$ 42,90, Sorriso = R$ 37,35, Ponta Grossa = R$ 45,17. Recuperação em Chicago trouxe melhoras para os preços internos.
Na BM&F, o mercado de soja operou em alta. O vencimento de novembro, cotado a US$ 21,45 teve valorização de 25 cents, já o vencimento de maio/09 subiu 30 cents, e fechou a US$ 20,50. No after, o mercado operou em alta para o vencimento de maio/09 que subiu 55 cents e fechou a US$ 21,05, já o vencimento de novembro ficou estável.
Chicago encerrou os negócios em alta, de 38,00 pontos (+4,11%), para novembro, a 964,00 cents por bushel.
Mercado de soja operou em alta, em Chicago, nesta quarta-feira. A condição de mercado sobrevendido, associado aos preços mais baixos em um ano, deu suporte para compras de especuladores. Dólar cedendo também colaborou para alta. Nem mesmo a alta volatilidade dos mercados financeiros foi capaz de segurar o desempenho positivo da oleaginosa no mercado americano.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

7/10 - Soja: Mercado tem leve reação

Mercado físico de soja: Triângulo Mineiro = R$ 42,33, Sorriso = R$ 36,35, Ponta Grossa = R$ 44,06. Quedas nos preços foram acentuadas, em virtude do desempenho do mercado financeiro.
Na BM&F, o mercado de soja operou em alta. O vencimento de novembro, cotado a US$ 21,20 teve valorização de 11 cents, já o vencimento de maio/09 subiu 20 cents, e fechou a US$ 20,20. No after, o mercado operou em queda para o vencimento de maio/09, cedendo 30 cents, e encerrando os negócios a US$ 19,90.
Chicago encerrou os negócios em alta, de 10,75 pontos (+1,17%), para novembro, a 932,75 cents por bushel.
Mercado de soja conseguiu reverter o movimento de queda, e fechou, em Chicago, com alta. Sustentada pela paralisação de exportação na Argentina, além da correção técnica, após a expressiva queda de ontem. Petróleo em alta também colaborou com a alta de hoje.


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

6/10 - Soja: Mercado cede forte

Mercado físico de soja segue atrapalhado pelo mercado financeiro, as restrições de crédito e o cenário, cada vez mais nebuloso, do mercado financeiro tiram a velocidade e o volume negociado.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 21,09 teve desvalorização de 226 cents, já o vencimento de maio/09 cedeu 105 cents, e fechou a US$ 20,00. No after, o mercado operou de lado, sem volume negociado, encerrando os negócios nos mesmos níveis.
Chicago encerrou os negócios em limite de queda, de 70,00 pontos (-7,06%), para novembro, a 922,00 cents por bushel.
Mercado de soja viveu um dia muito conturbado, em virtude da crise financeira que se alastra pela Europa. A restrição, cada vez mais aguda, de crédito traz incertezas e temor quanto a uma possível recessão mundial. Esse cenário faz com que especuladores fujam das commodities, em busca de rendas mais seguras.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

3/10 - Soja: Aprovação de pacote não inibe nova queda

Mercado físico de soja: no Porto de Paranaguá, as ofertas eram de R$ 46,50, no Triangulo Mineiro, as ofertas eram de R$ 43,17, em Mogiana (SP), as indicações eram de R$ 44,13.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 23,35 teve desvalorização de 31 cents, já o vencimento de março/09 cedeu 162 cents, e fechou a US$ 22,30. No after, o vencimento de maio/09 cedeu 15 cents, e fechou a US$ 22,00, devolvendo o ganho de 15 cents acumulado, ao longo do pregão.
Chicago encerrou os negócios em queda de 11,50 pontos (-1,15%), para novembro, a 992,50 cents por bushel.
O mercado de soja cedeu, novamente, pressionado pelo desempenho sofrível das bolsas. O pacote de ajuda ao sistema financeiro americano foi aprovado pelos deputados, e será sancionado, ainda hoje, pelo presidente Bush. O medo quanto a recessão americana tirou a confiança dos investidores que continuam a tirar dinheiro dos mercados financeiros e de commodities.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

2/10 - Soja: Mercado financeiro derruba as cotações da soja, mais uma vez

Mercado físico de soja: em Mogiana (SP), as indicações eram de R$ 44,13, enquanto no sul do Mato Groso, as ofertas eram de R$ 41,43.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 23,66 teve desvalorização de 124 cents, já o vencimento de março/09 ficou estável pela pequena procura pra negociar o vencimento. No after, o vencimento de maio/09 cedeu 33 cents, e fechou a US$ 22,00, já o vencimento de novembro fechou nos mesmos níveis.
Chicago encerrou os negócios em forte queda de 49,00 pontos (- 4,65%), para novembro, a 1004,00 cents por bushel.
As cotações da soja tiveram forte queda, orientada pelo desempenho negativo do mercado financeiro, desvalorização das commodities e alta expressiva do dólar, fizeram com que a oleaginosa fechasse próxima dos US$ 10,00/bushel.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

1/10 - Soja: Fundamentos sustentam a alta

Mercado físico de soja ficou estagnado, frente as incertezas oriundas do mercado financeiro.
Na BM&F, o mercado de soja operou em alta. O vencimento de novembro, cotado a US$ 24,90 teve valorização de 10 cents, já o vencimento de março/09 subiu 37 cents e fechou a US$ 23,92. No after, o mercado operou estável, encerrando os negócios nos mesmos níveis.
Chicago encerrou os negócios em leve alta de 8,50 pontos (+ 0,81%), para novembro, a 1053,50 cents por bushel.
Mercado de soja interrompeu a trajetória de queda dos últimos dois pregões, graças a compras técnicas e incertezas em relação a produção, o dia em Chicago encontrou suporte nos fundamentos do mercado, e só não conseguiu o desempenho mais acentuado, porque o temor, quanto a extensão da crise, deixa em aberto a possibilidade de novas ondas de liquidações.


terça-feira, 30 de setembro de 2008

30/09 - Soja: Mercado cede forte mais um dia

Mercado físico de soja ficou estagnado, frente as incertezas oriundas do mercado financeiro. O indicador esalq fechou a R$ 46,05, uma queda de 1,67%.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 24,80 teve desvalorização de 130 cents, já o vencimento de março/09 caiu 100 cents e fechou a US$ 23,55. No after, o mercado esboçou uma recuperação, fechando os negócios a US$ 23,50 para maio/09, recuperando 4 cents.
Chicago encerrou os negócios em forte queda de 49,00 pontos (-4,48%), para novembro, a 1045,00 cents por bushel.
Mercado de soja foi muito abalado pela rejeição ao pacote de ajuda ao mercado financeiro, como o desempenho de todas as commodities está muito ligado ao desenrolar dos problemas enfrentados em Wall Street, a não ajuda provocou uma onda de liquidações no mercado de soja, que perdeu 2 suportes, US$ 11,50 e US$ 11,00, sendo este último suporte considerado praticamente intransponível, pelos bons fundamentos da cultura. A Bm&f acompanhou o mau humor de Chicago e teve desempenho muito negativo.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

29/09 - Soja: Rejeição do pacote de ajuda derruba soja

Mercado físico de soja: em Paranaguá, houve comercialização de R$ 49,50 a R$ 50,00, no interior do Paraná, as ofertas foram de R$ 47,00. Mercado muito lento, quanto a comercialização da próxima safra.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 26,10 teve desvalorização de 105 cents, já o vencimento de março/09 caiu 130 cents e fechou a US$ 24,55. No after, o mercado operou em queda, dando seqüência ao negativismo generalizado.
Chicago encerrou os negócios em limite de queda de 70,00 pontos (-6,02%), para novembro, a 1094,00 cents por bushel.
A soja viveu um dia tenso, em Chicago. Fruto da espera do pacote de ajuda aos mercados financeiros, proposto pelo secretário do tesouro americano e pelo presidente do FED, o que levou as mínimas de hoje, foi a rejeição de um pacote que parecia certo. O pessimismo provocado derrubou as cotações no mercado financeiro, do petróleo, forçou a disparada do dólar e derrubou a soja.

domingo, 28 de setembro de 2008

26/09 - Soja: No aguardo do pacote de ajuda, cotações cedem

Mercado físico de soja: em Ponta Grossa, as ofertas foram de R$47,44, já em Barreiras (BA), as ofertas foram de R$ 41,10. Pouco volume tem sido negociado, visto a indefinição no mercado internacional.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda. O vencimento de novembro, cotado a US$ 27,15, teve desvalorização de 65 cents, já o vencimento de março/09 cedeu 35 cents e fechou a US$ 25,85. Já no after, o mercado operou sem volume e mantendo os mesmo níveis de preços para os vencimentos de novembro e março-09, já o vencimento de maio-09 subiu 10 cents e fechou a US$ 25,45.
Chicago encerrou os negócios em queda de 19,00 pontos (-1,61%), para novembro, a 1164,00 cents por bushel.
Mercado de soja, em Chicago, operou em queda, motivado pela indefinição do pacote de ajuda aos bancos e vendas especulativas. Enquanto não houver uma definição sobre esse pacote de injeção de liquidez, o mercado de soja deve seguir andando de lado. Nem mesmo a alta do petróleo foi capaz de sustentar a oleaginosa.