
A bolsa recuou 3,96%, na terceira maior queda do ano (atrás dos -6,6% de 21 de janeiro e dos 5,01% de 19 de março), aos 51.408,5 pontos, menor pontuação desde os 49.815,1 pontos de 21 de agosto do ano passado. Com o resultado de hoje, as perdas em setembro atingiram 7,67% e, em 2008, aumentaram para -19,53%. O volume engordou um pouco mais e totalizou R$ 5,217 bilhões.
Os investidores perceberam logo cedo o dia que se aventava pela frente, quando receberam a notícia de que as encomendas à indústria na Alemanha caíram em julho pelo oitavo mês consecutivo por causa da fraqueza na demanda doméstica. O dado foi amplificado pelas revisões, para baixo, feitas pelo Banco Central Europeu para o PIB da zona do euro. Agora, a autoridade monetária da região prevê alta entre 1,1% e 1,7%, ante estimativa de 1,5% a 2,1% feita anteriormente para o ano. O número de 2009 também foi rebaixado: a expansão é estimada entre 0,6% e 1,8%, de previsão anterior de 1,0% a 2,0%.
O Dow Jones cedeu 2,99%, aos 11.188,2 pontos, o S&P recuou 2,99%, aos 1.236,82 pontos, e a Nasdaq encerrou na mínima, em baixa de 3,20%, aos 2.259,04 pontos. Na Europa, as perdas também giraram acima de 2%: o índice FT-100, da Bolsa de Londres, perdeu - 2,50%, aos 5362,10 pontos, o índice CAC-40, da Bolsa de Paris, - 3,22%, para 4304,01 pontos, o índice Xetra-Dax, da Bolsa de Frankfurt, - 2,91%, para 6279,57 pontos. Tanto o BCE quanto o Banco da Inglaterra mantiveram suas taxas de juros inalteradas, em 4,25% e 5%, respectivamente, sinalizando crescentes preocupações com relação ao crescimento econômico.
Amanhã será divulgado o payroll as 9:30 da manhã e será o indicador mais importante do dia e irá ditar o ritmo dos negócios.
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