Os preços do milho tiveram alta moderada na Bolsa de Chicago (CBOT) hoje. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram o dia cotados a US$ 3,9075/bushel, um ganho de 5,50 cents ou 1,43%, depois de uma escalada a US$ 4,07/bushel no começo dos negócios. O mercado foi sustentado pela revisão dos números do último relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA), nesta manhã, e pelo bom desempenho de outros ativos. O órgão reduziu sua estimativa para a safra doméstica de milho em 2008/09, de 12,2 bilhões de bushels (309,88 milhões de toneladas) para 12,033 bilhões de bushels (305,63 milhões de toneladas). No entanto, a valorização do grão foi considerada modesta, especialmente porque os mercados de ações e commodities também tiveram ganhos, abrindo espaço para uma alta significativa. Para Chad Henderson, analista da Prime Agricultural Consultants, as preocupações com o enfraquecimento da demanda sobrepuseram-se ao efeito positivo do relatório. "Embora o relatório de hoje seja altista para o milho, acreditamos que o ambiente segue baixista, uma vez que o declínio do petróleo representa um importante favor de pressão sobre os preços", afirmou David Driscoll, analista do Citigroup.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
28/10 - MILHO: CHICAGO FECHA EM LEVE ALTA COM RELATÓRIO DO USDA
Os preços do milho tiveram alta moderada na Bolsa de Chicago (CBOT) hoje. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram o dia cotados a US$ 3,9075/bushel, um ganho de 5,50 cents ou 1,43%, depois de uma escalada a US$ 4,07/bushel no começo dos negócios. O mercado foi sustentado pela revisão dos números do último relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA), nesta manhã, e pelo bom desempenho de outros ativos. O órgão reduziu sua estimativa para a safra doméstica de milho em 2008/09, de 12,2 bilhões de bushels (309,88 milhões de toneladas) para 12,033 bilhões de bushels (305,63 milhões de toneladas). No entanto, a valorização do grão foi considerada modesta, especialmente porque os mercados de ações e commodities também tiveram ganhos, abrindo espaço para uma alta significativa. Para Chad Henderson, analista da Prime Agricultural Consultants, as preocupações com o enfraquecimento da demanda sobrepuseram-se ao efeito positivo do relatório. "Embora o relatório de hoje seja altista para o milho, acreditamos que o ambiente segue baixista, uma vez que o declínio do petróleo representa um importante favor de pressão sobre os preços", afirmou David Driscoll, analista do Citigroup.sexta-feira, 24 de outubro de 2008
24/10 (Manhã) - MILHO: PARANÁ DEVE REPETIR PRODUÇÃO DA SAFRA VERÃO DE 2006/07
Maior produtor de milho primeira safra, o Paraná desacelera a produção neste ano e deve repetir os resultados obtidos em 2006/07. A expectativa é da Secretaria de Agricultura do Estado, que ontem divulgou nova estimativa de produção. Para a safra verão, o Paraná projeta uma colheita de 8,780 milhões de toneladas, 10% menor que a produção de 2007/08 e praticamente a mesma de 2006/07, de 8,638 milhões de toneladas. Com 82% da área já semeada, os produtores paranaenses devem plantar com milho um total de 1,289 milhão de hectares, área 7% menor que a cultivada na safra passada e 1% inferior à do ciclo 2006/07. Os preços em queda do cereal, sem demanda para exportação, e custos de produção elevados limitaram o investimento também em tecnologia. O Departamento de Economia Rural prevê um rendimento de 6.810 quilos de milho por hectare contra 7.064 kg/ha na safra anterior e 6.601 kg/ha em 2006/07. Nos últimos anos, os produtores do Paraná têm priorizado o plantio da soja no verão, deixando para investir no milho safrinha, plantado no inverno. A safrinha 2009, dizem os técnicos, ainda é uma incógnita, pois dependerá dos preços do milho no primeiro semestre do próximo ano. De qualquer forma, o plantio antecipado da soja no Paraná, favorecido pelo clima, abre a possibilidade de cultivar a safrinha a partir de fevereiro, em condições climáticas mais favoráveis e, portanto, com menor risco. Quanto à comercialização, os agricultores do Estado têm negociado o produto num ritmo mais lento neste ano. Como estão capitalizados, evitam ofertar grandes volumes ao mercado e, assim, deprimir ainda mais os preços. O Deral informa que 52% da safrinha deste ano foi comercializada até a última segunda-feira (20).Preços oscilam pouco em dia fraco de negócios
A forte oscilação do câmbio nesta quinta-feira desestimulou os negócios com milho no mercado interno. Na maioria das praças de comercialização, os corretores apenas sinalizaram preços. No Paraná, comprador oferece entre R$ 18 e R$ 18,50/saca, no interior, e vendedor, de R$ 19,50 a R$ 20/saca. No porto, compradores a R$ 20/saca e vendedores a R$ 22/saca. No Rio Grande do Sul, os últimos negócios foram fechados a R$ 21,30/saca. No Mato Grosso, os preços são de R$ 12,50/saca em Sorriso e de R$ 14,50/saca em Rondonópolis. No mercado futuro da BM&FBovespa, as cotações fecharam em baixa, refletindo a fraqueza de negócios e a perspectiva de aumento da oferta de milho neste final de ano. Para entrega em novembro, o preço é de R$ 20,98/saca, referência para Campinas (SP). O dólar fechou o dia a R$ 2,3050, em queda de 3,15%, mas abriu a R$ 2,50, chegando a atingir a máxima de R$ 2,5320.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008
22/10 – Milho: Chicago acompanha pessimismo e fecha em queda de 6,3%
Em dia tomado pelo pessimismo nos mercados, os preços do milho desabaram na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos com vencimentos em dezembro, mais negociados, encerraram o pregão cotados a US$ 3,85/bushel, uma desvalorização de 26 cents 6,33%. A fuga dos investidores para ativos considerados seguros, como dólar e títulos do tesouro americano, fez disparar a cotação da moeda americana, que hoje atingiu o maior valor em quase dois anos na comparação com o euro.O índice dólar, que mede o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta de divisas internacionais, avançou 2% e acumula alta de quase 13% nos últimos 30 dias. Essa valorização é negativa para as commodities já que os preços em dólar tendem a se ajustar ao poder de compra dessas moedas.“Os traders continuam a procurar por razões pelas quais eles deveriaam operar commodities”, afirmou Dale Durchholz, analista da AgriVisor. “O que acontece com os fundamentos do mercado de milho realmente não importa”, observou. Para Durchholz, “desconstrução da demanda” é a expressão do momento diante dos possíveis efeitos de uma estagnação mundial.
Muitos traders começaram a semana esperançosa de que o mercado de milho já tinha estabelecido suas mínimas sazonais, mas essa avaliação perdeu credibilidade hoje. “Eu não sabia até que pontos os preços podiam subir, quando o dólar estava apanhado e nós tínhamos inflação, e agora não sei como será a deflação”, disse um trader. Por outro lado, as exportações americanas de milho têm sido relativamente fortes, “e quanto mais tempo os preços ficarem baixos, mais cresce a possibilidade de a demanda exceder as expectativas”, ponderou Durchholz.
Fonte: Broadcast
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
22/10 (Manhã) MILHO: MT PREVÊ REDUÇÃO DE MAIS DE 25% NA ÁREA DA SAFRINHA
A redução na área plantada com milho safrinha em 2009 deve superar os 25% já estimados no Mato Grosso se o acesso ao crédito continuar difícil e a comercialização se restringir ao mercado interno, a preços menos favoráveis. A avaliação foi feita ontem pelo superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea), Seneri Paludo, em entrevista ao AE Broadcast Ao Vivo. O Mato Grosso é o Estado que cultiva a maior área com milho segunda safra. Neste ano, foram 1.656 mil hectares, contra 1.518 mil hectares do Paraná. Segundo Paludo, em agosto o Imea já previa uma queda de 25% na área da safrinha 2009 por conta do aumento do custo de produção - de 50% - e dos preços menos remuneradores do milho neste segundo semestre. Neste ano, as exportações não devem chegar a 50% do que o Brasil embarcou para o exterior no ano passado, e os estoques do produto têm pressionado as cotações. "O milho safrinha ainda é uma incógnita, mas se o cenário não mudar no curto prazo a redução de área pode ser ainda maior", afirmou Paludo. Ele se referia à restrição de financiamento para o plantio, com a interrupção nas operações de troca por insumos. O mercado deve ter uma idéia melhor sobre a safrinha no Mato Grosso a partir de novembro, quando os agricultores iniciam o planejamento do plantio, que começa no final de janeiro. O superintendente do Imea disse que há "um grande volume" de milho no Estado. Na última safra, os produtores do Estado colheram 77 sacas por hectare - "a maior produtividade da história" - ante 64/66 sacas por hectare até então. Sem exportações para enxugar o excedente de oferta, o governo tem sido, segundo ele, "extremamente feliz" nas operações de apoio à comercialização. "Se não fosse o governo a questão seria pior ainda e a redução poderia ser maior", disse. Hoje, o governo realiza mais dois leilões de milho no Mato Grosso. No leilão de prêmio de risco (Prop), incentivo dado ao setor privado para a transferência do produto para o Nordeste, norte de Minas Gerais e Espírito Santo, serão ofertados 2 mil contratos de 27 toneladas. No leilão de contratos de opção, no qual o comprador é o próprio governo, a oferta será de 11.111 contratos. Em ambas a operação, o produtor receberá R$ 14,52/saca pelo milho. No mercado local, os preços variam de R$ 11/saca em Sapezal, R$ 12/saca em Sorriso e Lucas e R$ 13/saca em Rondonópolis. Os negócios são feitos da mão para a boca, pois os consumidores esperam preços mais baixos quando a necessidade de esvaziar armazéns ou fazer caixa levar ao mercado um maior número de vendedores. Com o ritmo lento dos negócios, o destaque na tarde de segunda-feira e ontem foi a presença de exportadores no mercado. Segundo corretores, tradings pagaram R$ 19,30/saca no interior do Paraná no final da tarde de ontem e R$ 20,50/saca no porto nesta terça-feira. Apesar da alta do dólar nesta terça-feira - 5,62%, fechando a R$ 2,23 - nada indica que a exportação ganhe volume nos próximos dias. Depois de breve recuperação, os preços futuros do milho voltaram a cair na Bolsa de Chicago. Independente dos preços fechados nos contratos para exportação, a maioria dos vendedores segue pedindo R$ 19/saca no norte e oeste paranaense e R$ 21/saca na região dos Campos Gerais. Futuros fecham em queda na Bolsa de Chicago
Os contratos do milho negociados na Bolsa de Chicago fecharam em queda nesta terça-feira. O dia foi negativo também para as outras commodities, influência direta do mercado financeiro e do petróleo. Analistas disseram à Dow Jones que o mercado do milho continua influenciado por fatores externos, mas o clima nos Estados Unidos começa a ser observado mais atentamente. Segundo apurou a agência de notícias, o tempo úmido no cinturão do milho pode atrasar os trabalhos de colheita e oferecer suporte ao mercado. Há possibilidade de neve no Estado de Nebraska para os próximos dias. O contrato do milho com vencimento em dezembro fechou com queda de 7,50 cents, a US$ 4,11 por bushel.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
20/10 - MILHO: CHICAGO TEM FORTE ALTA COM COBERTURA DE POSIÇÕES

Coberturas de posições vendidas impulsionaram os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos para entrega em dezembro, mais movimentados, encerraram o pregão com valorização de 15,50 cents ou 3,85%, cotados a US$ 4,1850/bushel, perto da máxima de US$ 4,20/bushel. Analistas alertaram que o salto deve-se mais a uma correção das perdas recentes do que à confiança dos investidores no potencial de alta do milho. "Apesar da forte queda recente, ainda há poucos compradores no mercado", ponderou um analista. A valorização do petróleo e o bom desempenho das bolsas de valores também deram suporte ao milho. Em Nova York (Nymex), o barril fechou em alta de 3,34%, sustentado pela ameaça de corte na produção dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Já o índice Dow Jones teve ganho de 4,67%. Traders disseram que o milho pode continuar subindo no curto prazo, mas ponderaram que o avanço da colheita americana deve limitar os ganhos. De acordo com relatório divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 32% da safra 2008/09 foi colhida até ontem.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
14/10 - Milho: Chicago devolve ganhos e fecha praticamente estável

O milho devolveu os ganhos modestos mantidos durante praticamente todo o dia e fechou praticamente estável na bolsa de Chicago (CBOT). OS contratos para entrega em dezembro encerraram cotados a US$ 4,1125/bushel, em baixa de 0,25 cents. “Ainda há muita desalavancagem nos mercados de commodities”, afirmou um operador. A commodity acompanhou de perto o sobe-e-desce do petróleo e das ações enquanto o mercado ainda digere as medidas contra a crise apresentadas pelos governos dos Estados Unidos e da Europa.
O mercado de milho mostrou mais força que os de soja e trigo, que registraram perdas bem mais acentuadas. “Empresas Comerciais podem começar a estender algumas compras de grãos ao longo das próximas semanas, mas elas não querem adotar uma postura agressiva até que tenham certeza de que o mercado já atingiu um piso”, avaliou Dale Durchholz, analista da corretora AgriVisor.
Em outras notícias, os produtores do Estados Unidos colheram cerca de 21% da safra 2008/09, de acordo com relatório divulgado há pouco pelo departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Cerca de 62% das lavouras são consideradas boas ou exce3lentes.
Ainda segundo o USDA, os embarques inspecionados de milho somaram 29,13 milhões de bushels na semana encerrada em 9 de outubro, ante 36,26 milhões na semana anterior. No acumulado do ano-safra, o volume embarcado acumula redução de 25% em ralação igual período do ciclo anterior. Veja abaixo como ficaram as cotações do milho em Chicago. As informações são da Dow Jones.
O mercado de milho mostrou mais força que os de soja e trigo, que registraram perdas bem mais acentuadas. “Empresas Comerciais podem começar a estender algumas compras de grãos ao longo das próximas semanas, mas elas não querem adotar uma postura agressiva até que tenham certeza de que o mercado já atingiu um piso”, avaliou Dale Durchholz, analista da corretora AgriVisor.
Em outras notícias, os produtores do Estados Unidos colheram cerca de 21% da safra 2008/09, de acordo com relatório divulgado há pouco pelo departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Cerca de 62% das lavouras são consideradas boas ou exce3lentes.
Ainda segundo o USDA, os embarques inspecionados de milho somaram 29,13 milhões de bushels na semana encerrada em 9 de outubro, ante 36,26 milhões na semana anterior. No acumulado do ano-safra, o volume embarcado acumula redução de 25% em ralação igual período do ciclo anterior. Veja abaixo como ficaram as cotações do milho em Chicago. As informações são da Dow Jones.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
13/10 - MILHO: CHICAGO FECHA COM GANHOS MODESTOS EM DIA DE RALIS
Apesar da expressiva recuperação dos mercados financeiros e de commodities, os contratos de milho tiveram ganhos apenas modestos na Bolsa de Chicago (CBOT).O futuro para entrega em dezembro, mais negociado, encerrou o pregão em alta de 3,25 cents, cotadoa US$ 4,1150/bushel.Diante do otimismo com as últimas medidas de governos contra a crise, em todo o mundo, as bolsas de valores registraram forte alta e praticamente todas as commodities avançaram depois de uma semana de liquidação especulativa pesada. A fraqueza do dólar - sinal de maior apetite dos investidores por risco - deu suporte às matérias-primas.O petróleo fechou em alta de 4,5%, enquanto o índice de commodities CRB avançou mais de 3%. No mercado acionário, o índice Dow Jones da bolsa de Nova York disparava mais 11% por volta das 17h. "O milho seguiu os mercados, mas teve pouco volume de negócios por causa do feriado (dia de Colombo nos Estados Unidos) e do banho de sangue que foi a última semana. O mercado teve uma grande dês alavancagem nos últimos dias", comentou um operador. "Os produtores não estão movimentando nada. Nem vendem, nem compram insumos", observou Jay Fitzgerald, operador da corretora Advance Trading. Fitzgerald disse que, embora a colheita americana "não deva empurrar os preços muito mais para baixo, ela poderá dificultar a recuperação".
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
10/10 - Milho: Chicago opera em limite de queda
Mercado físico de milho: Triângulo Mineiro = R$ 19,00 (sem compradores), Porto de Paranaguá = R$ 23,30, Dourados e Campo Grande = R$ 16,35, norte do Paraná = R$ 19,50. A alta dólar vem trazendo possibilidades de recuperação nos preços internos, mas o excesso de oferta segue travando o mercado.Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 21,70, com queda de 70 centavos, já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,15 com queda de 85 centavos e o vencimento de março/09 cedeu 70 centavos e fechou a R$ 22,40. No after, o mercado operou em recuperação, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,95, recuperando 25 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 30 centavos e fechou a R$ 22,45, o vencimento de março/09 recuperou 10 centavos e fechou a R$ 22,50.
Chicago operou em limite de queda, cedendo 30,00 pontos (-6,85%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 408,25 cents por bushel.
Mercado de milho operou em limite de queda, no último dia da semana. O pessimismo do mercado financeiro contaminou as cotações do milho, em Chicago. A crise, que parece não ter fim, segue trazendo muito pessimismo ao mercado, que deixa de lado os fundamentos e opera no ritmo dos mercados financeiros.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
9/10 - Milho: Cotações se recuperam pelo 2º dia
Mercado físico de milho: Porto de Paranaguá = R$ 23,00, Dourados e Campo Grande = R$ 16,50, norte do Paraná = R$ 19,00. A alta dólar vem trazendo possibilidades de recuperação nos preços internos.
Na BM&F, o mercado operou em alta. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,40, com alta de 80 centavos, já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 23,00 com alta de 40 centavos e o vencimento de março/09 subiu 30 centavos e fechou a R$ 23,10. No after, o mercado seguiu operando em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,55, recuperando mais 15 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 10 centavos e fechou a R$ 23,10.
Chicago operou em alta pelo segundo dia consecutivo, subindo 10,75 pontos (+2,51%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 438,25 cents por bushel.
Projeções de área menor destinado a cultura do milho serão compensadas pelos ascendentes estoques, segundo a Conab. Elevação dos custos produtivos, falta de crédito e a frustração nas exportações dá sustento a decisão de não plantar milho. Em Chicago, as cotações do milho subiram pelo segundo dia consecutivo, visto os baixos preços das cotações e a condição de sobrevendido do mercado estimula as compras, já que os investidores esperam aumento no consumo. Chicago operou em alta, pelo segundo dia consecutivo, motivado pelos baixos preços e a condição de sobrevendido do mercado.
Na BM&F, o mercado operou em alta. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,40, com alta de 80 centavos, já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 23,00 com alta de 40 centavos e o vencimento de março/09 subiu 30 centavos e fechou a R$ 23,10. No after, o mercado seguiu operando em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,55, recuperando mais 15 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 10 centavos e fechou a R$ 23,10.
Chicago operou em alta pelo segundo dia consecutivo, subindo 10,75 pontos (+2,51%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 438,25 cents por bushel.
Projeções de área menor destinado a cultura do milho serão compensadas pelos ascendentes estoques, segundo a Conab. Elevação dos custos produtivos, falta de crédito e a frustração nas exportações dá sustento a decisão de não plantar milho. Em Chicago, as cotações do milho subiram pelo segundo dia consecutivo, visto os baixos preços das cotações e a condição de sobrevendido do mercado estimula as compras, já que os investidores esperam aumento no consumo. Chicago operou em alta, pelo segundo dia consecutivo, motivado pelos baixos preços e a condição de sobrevendido do mercado.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008
8/10 - Milho: Mercado se recupera
Mercado físico de milho: Ponta Grossa = R$ 20,30, Campinas = R$ 24,61, Triângulo Mineiro = R$ 20,61. A alta dólar vem trazendo possibilidades de recuperação nos preços internos.
Na BM&F, o mercado operou em recuperação. O vencimento de novembro fechou a R$ 21,60, estável. Já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,60 com alta de 30 centavos e o vencimento de março/09 que subiu 2 centavos e fechou a R$ 22,80. No after, o mercado operou em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,20, recuperando mais 60 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 21 centavos e fechou a R$ 22,81.
Chicago operou em alta, subindo 10,50 pontos (+2,52%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 427,50 cents por bushel.
Mercado de milho se recupera nesta quarta-feira, em Chicago. Após sucessivas quedas, o último pregão de alta havia sido em 24 de setembro. Como o mercado está sobrevendido, tivemos um movimento de correção. Nem mesmo a volatilidade do mercado financeiro segurou a alta de hoje. Na sexta-feira, tem a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do USDA.
Na BM&F, o mercado operou em recuperação. O vencimento de novembro fechou a R$ 21,60, estável. Já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,60 com alta de 30 centavos e o vencimento de março/09 que subiu 2 centavos e fechou a R$ 22,80. No after, o mercado operou em alta, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,20, recuperando mais 60 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 21 centavos e fechou a R$ 22,81.
Chicago operou em alta, subindo 10,50 pontos (+2,52%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 427,50 cents por bushel.
Mercado de milho se recupera nesta quarta-feira, em Chicago. Após sucessivas quedas, o último pregão de alta havia sido em 24 de setembro. Como o mercado está sobrevendido, tivemos um movimento de correção. Nem mesmo a volatilidade do mercado financeiro segurou a alta de hoje. Na sexta-feira, tem a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do USDA.

terça-feira, 7 de outubro de 2008
7/10 - Milho: Área plantada será 3,3% menor
Mercado físico de milho: Ponta Grossa = R$ 19,67, Campinas = R$ 23,99, Triângulo Mineiro = R$ 19,29. O plantio da safra verão de milho, segundo a Céleres, terá uma redução de 3,3% da área, resultado da elevação dos custos produtivos e queda nos preços.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 21,60 com queda de 45 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,30 com queda de 50 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 47 centavos e fechou a R$ 22,78. No after, o mercado operou em recuperação, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,90, recuperando 30 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 25 centavos e fechou a R$ 22,55, assim como o vencimento de março/09 recuperou 12 centavos, fechando a R$ 22,90.
Chicago operou em queda, cedendo 4,75 pontos (-1,12%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 419,25 cents por bushel.
Mercado de milho cedeu, novamente. Preocupações quanto a recessão mundial, redução na demanda mundial pelo grão e as sucessivas quedas no mercado financeiro, levaram traders a dar seqüência no movimento de liquidação de contratos, em Chicago. Na Bm&f, o movimento de queda foi marcado pela queda nos mercados financeiros e baixo volume de negócios no físico.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 21,60 com queda de 45 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,30 com queda de 50 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 47 centavos e fechou a R$ 22,78. No after, o mercado operou em recuperação, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,90, recuperando 30 centavos, já o vencimento de janeiro/09 subiu 25 centavos e fechou a R$ 22,55, assim como o vencimento de março/09 recuperou 12 centavos, fechando a R$ 22,90.
Chicago operou em queda, cedendo 4,75 pontos (-1,12%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 419,25 cents por bushel.
Mercado de milho cedeu, novamente. Preocupações quanto a recessão mundial, redução na demanda mundial pelo grão e as sucessivas quedas no mercado financeiro, levaram traders a dar seqüência no movimento de liquidação de contratos, em Chicago. Na Bm&f, o movimento de queda foi marcado pela queda nos mercados financeiros e baixo volume de negócios no físico.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008
6/10 - Milho: Crise derruba cotações do milho
Mercado físico de milho segue muito lento, como as exportações seguem abaixo das perspectivas, os compradores não tem pressa em fechar negócios, o que mantém travado a comercialização.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,05 com queda de 95 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,80 com queda de 115 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 105 centavos e fechou a R$ 23,25. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,55, cedendo 50 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 50 centavos e fechou a R$ 22,30.
Chicago operou em limite de queda, cedendo 30,00 pontos (-6,61%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 424,00 cents por bushel.
Dia quente para o mercado de milho. Em Chicago, o mercado operou em limite de queda de 30 pontos, durante a maior parte do dia. A Bm&f seguiu o desempenho do mercado internacional de commodities que seguiu o mercado financeiro e cedeu mais de 4% durante a manhã. A crise de crédito se espalha pela Europa, e a crise de confiança assola os mercados, o que estimula a liquidação pesada de especuladores, em busca de investimentos de menor risco.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,05 com queda de 95 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,80 com queda de 115 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 105 centavos e fechou a R$ 23,25. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,55, cedendo 50 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 50 centavos e fechou a R$ 22,30.
Chicago operou em limite de queda, cedendo 30,00 pontos (-6,61%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 424,00 cents por bushel.
Dia quente para o mercado de milho. Em Chicago, o mercado operou em limite de queda de 30 pontos, durante a maior parte do dia. A Bm&f seguiu o desempenho do mercado internacional de commodities que seguiu o mercado financeiro e cedeu mais de 4% durante a manhã. A crise de crédito se espalha pela Europa, e a crise de confiança assola os mercados, o que estimula a liquidação pesada de especuladores, em busca de investimentos de menor risco.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008
3/10 - Milho: Nem pacote salva.
Mercado físico de milho: porto de Paranaguá, as indicações eram de R$ 20,00. No norte do Paraná, as ofertas eram de R$ 19,00 a saca, já no oeste foram de R$ 19,50. Em Campo Grande e Dourados, as ofertas eram de R$ 17,00.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 23,00 com queda de 30 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 23,95 com queda de 10 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 10 centavos e fechou a R$ 24,30. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,95, cedendo 5 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 25 centavos e fechou a R$ 23,70.
Chicago operou em leve alta, subindo 1,25 pontos (+0,28%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 455,25 cents por bushel.
As cotações, no mercado de milho, cederam na Bm&f acentuadamente. Já em Chicago, o mercado conseguiu encerrar os negócios com leve alta. Hoje, os deputados americanos aprovaram, graças a votação democrata, o pacote de ajuda aos mercados financeiros. O mercado acabou reagindo de forma negativa, uma vez que resta aguardar os desdobramentos do plano sobre a economia, cada vez mais afundada em uma recessão, já que o déficit americano irá se acentuar ainda mais.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 23,00 com queda de 30 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 23,95 com queda de 10 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 10 centavos e fechou a R$ 24,30. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 22,95, cedendo 5 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 25 centavos e fechou a R$ 23,70.
Chicago operou em leve alta, subindo 1,25 pontos (+0,28%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 455,25 cents por bushel.
As cotações, no mercado de milho, cederam na Bm&f acentuadamente. Já em Chicago, o mercado conseguiu encerrar os negócios com leve alta. Hoje, os deputados americanos aprovaram, graças a votação democrata, o pacote de ajuda aos mercados financeiros. O mercado acabou reagindo de forma negativa, uma vez que resta aguardar os desdobramentos do plano sobre a economia, cada vez mais afundada em uma recessão, já que o déficit americano irá se acentuar ainda mais.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008
2/10 - Milho: Chicago em limite de baixa novamente
Mercado físico de milho: porto de Paranaguá, as indicações eram de R$ 22,50, sem comprador. Em Santa Catarina, compradores ofereciam R$ 21,00 a saca. Como os compradores estão em posição confortável pela baixa perspectiva de exportações, os negócios reportados são pontuais.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 23,30 com queda de 35 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 24,05 com queda de 35 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 43 centavos e fechou a R$ 24,40. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,10, cedendo 20 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 20 centavos e fechou a R$ 23,85.
Chicago operou em limite de queda, mais um dia, cedendo 30,00 pontos (-6,20%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 454,00 cents por bushel.
Mercado de milho viveu um dia conturbado, assim como todas as demais commodities e os mercado financeiros, nem mesmo a aprovação no senado americano do pacote de ajuda aos mercados financeiros foi capaz de amenizar as fortes liquidações nas commodities. Em Chicago, as cotações encerraram o dia em limite de baixa. Já na Bm&f, o mercado acompanhou o desempenho de Chicago e teve forte queda de 55 centavos, ao longo do dia, para janeiro/09, o principal vencimento.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 23,30 com queda de 35 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 24,05 com queda de 35 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 43 centavos e fechou a R$ 24,40. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,10, cedendo 20 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 20 centavos e fechou a R$ 23,85.
Chicago operou em limite de queda, mais um dia, cedendo 30,00 pontos (-6,20%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 454,00 cents por bushel.
Mercado de milho viveu um dia conturbado, assim como todas as demais commodities e os mercado financeiros, nem mesmo a aprovação no senado americano do pacote de ajuda aos mercados financeiros foi capaz de amenizar as fortes liquidações nas commodities. Em Chicago, as cotações encerraram o dia em limite de baixa. Já na Bm&f, o mercado acompanhou o desempenho de Chicago e teve forte queda de 55 centavos, ao longo do dia, para janeiro/09, o principal vencimento.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
1/10 - Milho: À espera da votação no senado, cotações tem leve recuo
Mercado físico de milho: no porto de Paranaguá, as indicações são de R$ 22,50, com poucos negócios, no interior do Paraná, as ofertas eram de R$ 19,50 A 20,00, Em Santa Catarina, as ofertas foram de R$ 21,00.Na BM&F, o mercado operou em leve alta para o vencimento de novembro, que fechou a R$ 23,65, com alta de 5 centavos. Já o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 24,40 com queda de 11 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 17 centavos e fechou a R$ 24,83. No after, o mercado voltou a operou, literalmente ao contrário, cedendo 10 centavos pra novembro, fechando a R$ 23,55, e em alta pra janeiro/09 de 7 centavos fechando a R$ 24,47, e 7 centavos de alta pra março/09 fechando a R$ 24,90.
Chicago operou em queda, mais um dia, cedendo 3,50 pontos (-0,72%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 484,00 cents por bushel.
Mercado físico de milho teve negócios apenas pontuais. Os dados da exportação de milho, no agregado entre janeiro e setembro reforçam a preocupação quanto ao atual nível de preço. Foram exportados até setembro 3,8 milhões de toneladas contra 6,9 milhões de toneladas, do ano passado. As expectativas sobre as exportações brasileiras seguem bem abaixo do esperado, as estimativas do começo do ano de 14 milhões de toneladas exportadas, devem se resumir a 6 milhões de toneladas, mantendo um grande excedente no mercado interno.

terça-feira, 30 de setembro de 2008
30/09 - Milho: Chicago tem mais um dia de forte queda
Mercado físico de milho ficou travado, a turbulência no mercado financeiro deixou inseguros os participantes. No norte do Paraná, as ofertas eram de R$ 18,50 a R$ 19,50, em Campo Grande, as ofertas foram de R$ 17,50.Na BM&F, o mercado operou em leve alta, pela manhã. O vencimento de novembro recuperou 5 centavos e fechou os negócios a R$ 23,60, o vencimento de janeiro/09 se valorizou 3 centavos e fechou a R$ 24,51, já o vencimento de março/09 ficou estável nos R$ 25,00. No after, o mercado voltou a operar em queda, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,55, com queda de 5 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 10 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,41, enquanto o março não apresentou negócios.
Chicago operou em forte queda, mais um dia, cedendo 25,50 pontos (-4,97%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 487,50 cents por bushel.
O leilão da Conab desta semana comprou, apenas, 8 mil toneladas, diferentemente dos últimos leilões que adquiriu 100% do que foi demandado, apesar das ofertas serem superiores ao mercado local (R$13,80), o receio quanto ao mercado financeiro, impediu uma maior comercialização, devido a perda de parâmetros para comercialização.
Quanto a safra verão, é possível verificar que os trabalho estão adiantados, da área destinado ao milho na região centro sul 17,5% já foram semeados, 5,2 pontos percentuais acima do ano passado.
Em Chicago, o milho voltou a ser negociado abaixo dos US$ 5,00/bushel, no segundo dia de forte queda, graças a turbulência do mercado financeiro, já que os traders estão evitando ficar posicionado em commodities.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
29/09 - Milho: Sem pacote de ajuda, cotações cedem
Mercado físico de milho: no porto de Paranaguá, as ofertas eram de R$ 21,50 a R$ 21,70, em Campos Gerais, as ofertas foram de R$ 20,50. Houve pouca comercialização no dia.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 25 centavos e fechou os negócios a R$ 23,55, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 20 centavos e fechou a R$ 24,48, assim como o vencimento de março/09 que caiu 20 centavos e fechou a R$ 25,00. No after, o mercado operou de forma mista, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,55, estável, já o vencimento de janeiro/09 subiu 2 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,50, enquanto o março cedeu 15 centavos e fechou a R$ 24,85.
Chicago operou em limite de queda de 30,00 pontos (-5,52%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 513,00 cents por bushel.
A comercialização do milho safrinha, no Mato Grosso, supera a comercialização do Paraná (57% contra 34%). Tanto na Bm&f quanto em Chicago, as cotações foram determinadas pela decepção provocada pela rejeição do pacote de ajuda aos mercados financeiros, pelo congresso americano. O mercado que já vinha sendo influenciado pelo mercado financeiro sucumbiu, diante do pessimismo generalizado.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 25 centavos e fechou os negócios a R$ 23,55, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 20 centavos e fechou a R$ 24,48, assim como o vencimento de março/09 que caiu 20 centavos e fechou a R$ 25,00. No after, o mercado operou de forma mista, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,55, estável, já o vencimento de janeiro/09 subiu 2 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,50, enquanto o março cedeu 15 centavos e fechou a R$ 24,85.
Chicago operou em limite de queda de 30,00 pontos (-5,52%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 513,00 cents por bushel.
A comercialização do milho safrinha, no Mato Grosso, supera a comercialização do Paraná (57% contra 34%). Tanto na Bm&f quanto em Chicago, as cotações foram determinadas pela decepção provocada pela rejeição do pacote de ajuda aos mercados financeiros, pelo congresso americano. O mercado que já vinha sendo influenciado pelo mercado financeiro sucumbiu, diante do pessimismo generalizado.

domingo, 28 de setembro de 2008
26/09 - Milho: Exportações no acumulado de setembro decepcionam
Mercado físico de milho: no porto de Paranaguá foram reportados negócios entre R$21,50 e 22,00, no interior do Paraná as ofertas foram de R$ 19,00. Em Primavera do Leste, as ofertas foram de R$ 14,00.
Na BM&F, o mercado operou em alta, pela manhã. O vencimento de novembro subiu 15 centavos e fechou os negócios a R$ 23,80, o vencimento de janeiro/09 se valorizou 1 centavo e fechou a R$ 24,78, já o vencimento de março/09 ficou estável a R$ 25,20. No after, o mercado operou em queda, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,70 devolvendo 10 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 5 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,73.
Chicago operou em queda de 15,25 pontos (-2,73%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 543,00 cents por bushel.
As exportações, no Porto de Paranaguá, no acumulado do mês de setembro foram de 26.007 ton, o que representa 4,6% do volume exportado em igual período no ano passado que fora 562.285 ton. Esse fato ilustra o que tem impedido a valorização das cotações de milho na Bm&f, há uma grande oferta, proveniente da safra recorde, e uma grande dificuldade em escoar para o mercado internacional. Já em Chicago, as atenções seguem voltadas para o pacote de ajuda do governo americano aos bancos, enquanto não houver um desfecho, o mercado deve andar de lado.
Na BM&F, o mercado operou em alta, pela manhã. O vencimento de novembro subiu 15 centavos e fechou os negócios a R$ 23,80, o vencimento de janeiro/09 se valorizou 1 centavo e fechou a R$ 24,78, já o vencimento de março/09 ficou estável a R$ 25,20. No after, o mercado operou em queda, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,70 devolvendo 10 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 5 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,73.
Chicago operou em queda de 15,25 pontos (-2,73%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 543,00 cents por bushel.
As exportações, no Porto de Paranaguá, no acumulado do mês de setembro foram de 26.007 ton, o que representa 4,6% do volume exportado em igual período no ano passado que fora 562.285 ton. Esse fato ilustra o que tem impedido a valorização das cotações de milho na Bm&f, há uma grande oferta, proveniente da safra recorde, e uma grande dificuldade em escoar para o mercado internacional. Já em Chicago, as atenções seguem voltadas para o pacote de ajuda do governo americano aos bancos, enquanto não houver um desfecho, o mercado deve andar de lado.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008
25/09 - Milho: Conab já adquiriu 119 mil toneladas
Mercado físico de milho: em Uberlândia (MG) as ofertas foram de R$ 20,00, já em Sorriso (MT) as ofertas foram de R$ 12,30, e em Campinas (SP) as ofertas foram de R$ 24,00.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 10 centavos e fechou os negócios a R$ 23,65, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 13 centavos e fechou a R$ 24,77, assim como o vencimento de março/09 que caiu 6 centavos e fechou a R$ 25,20. No after, o mercado operou em recuperação, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,80 com 15 centavos de alta, já o vencimento de janeiro/09 subiu 3 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,80.
Chicago operou em queda de 4,75 pontos (-0,84%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 558,00 cents por bushel.
O leilão que a Conab realizou, no Mato Grosso, conseguiu adquirir a totalidade de 50 mil toneladas, as ofertas iniciais foram R$ 13,80, mas como excederam os preços locais, alguns lotes foram negociados com deságio e saíram a R$ 13,53. Desde o inicio dos leilões, a Conab já adquiriu 119 mil toneladas. Mercado de milho, em Chicago, operou em queda, na expectativa sobre o pacote financeiro de socorro a Wall Street. Do lado fundamental, o clima continua propicio ao desenvolvimento da colheita.
Na BM&F, o mercado operou em queda, pela manhã. O vencimento de novembro cedeu 10 centavos e fechou os negócios a R$ 23,65, o vencimento de janeiro/09 se desvalorizou 13 centavos e fechou a R$ 24,77, assim como o vencimento de março/09 que caiu 6 centavos e fechou a R$ 25,20. No after, o mercado operou em recuperação, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,80 com 15 centavos de alta, já o vencimento de janeiro/09 subiu 3 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,80.
Chicago operou em queda de 4,75 pontos (-0,84%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 558,00 cents por bushel.
O leilão que a Conab realizou, no Mato Grosso, conseguiu adquirir a totalidade de 50 mil toneladas, as ofertas iniciais foram R$ 13,80, mas como excederam os preços locais, alguns lotes foram negociados com deságio e saíram a R$ 13,53. Desde o inicio dos leilões, a Conab já adquiriu 119 mil toneladas. Mercado de milho, em Chicago, operou em queda, na expectativa sobre o pacote financeiro de socorro a Wall Street. Do lado fundamental, o clima continua propicio ao desenvolvimento da colheita.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
24/09 - Milho: Com preços atuais, safrinha pode ter área reduzida
Mercado físico de milho no oeste do Paraná teve ofertas em torno de R$ 19,00, assim como em Itumbiara (GO), já em Campo Grande (MS) foram de R$ 17,00.
Na BM&F, o mercado operou em alta, pela manhã. O vencimento de novembro subiu 20 centavos e fechou os negócios a R$ 23,75, o vencimento de janeiro/09 se valorizou 20 centavos e fechou a R$ 24,90, assim como o vencimento de março/09 que caiu 15 centavos e fechou a R$ 25,26. No after, o mercado operou em queda, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,70 com 5 centavos de queda, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 11 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,79.
Chicago operou em alta de 2,75 pontos (+0,49%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 563,00 cents por bushel.
A Céleres divulgou a expectativa de redução na área do milho safrinha, no Mato Grosso. Já que com o crescente custo produtivo da cultura (insumos, agrotóxicos, etc.) seria necessária uma produtividade de 105 sacas por hectares, algo bem longe da atual produtividade que fica em torno de 80 sacas por hectare. Chicago operou em leve alta, sem encontrar sustento em outros mercados, e no aguardo do pacote de ajuda ao mercado financeiro, pelo FED.
Na BM&F, o mercado operou em alta, pela manhã. O vencimento de novembro subiu 20 centavos e fechou os negócios a R$ 23,75, o vencimento de janeiro/09 se valorizou 20 centavos e fechou a R$ 24,90, assim como o vencimento de março/09 que caiu 15 centavos e fechou a R$ 25,26. No after, o mercado operou em queda, o vencimento de novembro fechou a R$ 23,70 com 5 centavos de queda, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 11 centavos e encerrou os negócios a R$ 24,79.
Chicago operou em alta de 2,75 pontos (+0,49%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 563,00 cents por bushel.
A Céleres divulgou a expectativa de redução na área do milho safrinha, no Mato Grosso. Já que com o crescente custo produtivo da cultura (insumos, agrotóxicos, etc.) seria necessária uma produtividade de 105 sacas por hectares, algo bem longe da atual produtividade que fica em torno de 80 sacas por hectare. Chicago operou em leve alta, sem encontrar sustento em outros mercados, e no aguardo do pacote de ajuda ao mercado financeiro, pelo FED.
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