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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

05/02 - BOI: Físico continua pressionando os preços na BM&F

Os preços boi gordo cederam mais uma vez na BM&F. O vencimento para fevereiro encerrou o dia cotado a R$ 80,53 com queda de 0,12%. A queda ainda é reflexo da pressão registrada as negociações do mercado físico. O indicador Esalq terminou o dia em queda de 0,4% a R$ 83,11/@.
A demanda no varejo ainda não voltou ao ritmo normal, mesmo sendo a primeira semana do mês, período onde há maior disponibilidade de capital com a entrada dos salários e tendência de consumo elevado. Esse cenário tira a força de compra dos frigoríficos pelo boi gordo. Fica a pergunta...Nesses preços mais baixos, aparece boi? Estamos em plena safra que, por causa da seca atrasou a engorda que, aparece em maior volume neste momento, pressionando o mercado.

FECHAMENTO DO MERCADO:

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

04/02 - BOI: BM&F segue pressionado com o aumento de oferta no físico

Os preços do boi gordo recuaram novamente na BM&F, os contratos para o vencimento de fevereiro terminaram cotados a R$ 80,63 por arroba, uma desvalorização de 0,86%. Os preços futuros continuam reagindo à movimentação no mercado físico. O aumento da disponibilidade de animais com a aproximação do pico da safra tem pressionado os preços.
O volume de vendas no mercado físico nessa quarta-feira foi muito grande. Muitos frigoríficos de São Paulo estão trazendo animais do Mato Grosso do Sul para abater e vender a carne no mercado físico, já que as exportações seguem em ritmo lento. O indicador Esalq fechou o dia a R$ 83,44 por arroba, queda de 0,38%.

FECHAMENTO DO MERCADO:


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

03/03 BOI: Bm&f recua com aumento da oferta

Os preços do boi gordo encerraram o dia de hoje em queda na BM&F, pressionados pelo aumento da oferta de animais no mercado físico. Os contratos com vencimento em fevereiro terminaram o dia com uma desvalorização de 0,53% a R% 81,33/@. O mercado chegou a operar em alta na parte da manhã, mas sem força para se manter no campo positivo recuou e fechou na mínima do dia. A demanda ainda não agrada e com o aumento da oferta os preços futuros corrigem rapidamente. O indicador Esalq fechou o dia a R$ 83,76 por arroba, uma leve queda de 0,15%.


FECHAMENTO DO MERCADO:

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

02/02 - BOI: Sem volume, boi gordo volta a subir

Os preços do boi gordo iniciaram o mês de fevereiro em alta na BM&F devido aos poucos negócios. Os contratos com vencimento em fevereiro terminaram o dia em alta de 1,2%, cotados a R$ 81,76 por arroba. O volume foi pequeno na bolsa, compradores permanecem afastados do mercado, aguardando o posicionamento da oferta nos próximos dias.
No físico, o indicador ESALQ terminou o dia praticamente estável, com uma leve queda de 0,01% e cotado a R$ 83,89 por arroba. As escalas dos frigoríficos atendem de 4 a 5 dias e as industrias passaram o dia afastadas das compras. A estratégia é avaliar a disponibilidade de gado nos próximos dias para voltar a se posicionar e recompor as escalas.
Hoje a Secretária de Comércio Exterior mostram que no mês passado as vendas externas de carne bovina renderam ao país US$ 168,5 milhões, desempenho 53,8% inferior ao mesmo período do ano passado. A forte queda se deve à desvalorização da carne bovina no mês passado.


Fechamento do mercado:


30/01 - BOI: MERCADO FÍSICO SEGUE LENTO

Mercado lento nesta sexta-feira. As cotações do boi gordo continuam firmes em grande parte das praças, com poucas alterações.
Em São Paulo alguns frigoríficos estão fora das compras e aguardam a movimentação da segunda-feira para divulgarem novos preços. Os negócios acontecem entre R$ 84,00/@ e R$85,00/@, a prazo, para descontar o imposto. As escalas permanecem estáveis aumentando em apenas um ou dois dias, quando acontece. Atendem 5 dias em média. Além disso a chuva forte dos últimos dias dificulta o embarque dos animais e acaba adiando alguns negócios. Industrias paulistas continuam comprando animais do Mato Grosso do Sul para ajudar no preenchimento das escalas. No mercado atacadista de SP os preços caíram R$ 0,10/Kg para o traseiro, dianteiro, ponta e agulha e vaca casada.
Em alguns casos Frigorificos de MG estão com escalas de abate fechadas até 9 de fevereiro. O Bertin de Ituiutaba, fez negócios a R$ 77,00 arroba, com boi do Triângulo Mineiro, pagamento em 30 dias.
Frigoríficos de BH também confirmam boa oferta por parte do pecuarista. Escalas estão fechadas fechadas até para o dia 6/2.

FECHAMENTO DO MERCADO:

terça-feira, 28 de outubro de 2008

28/10 - Boi Gordo: Bm&f volta a ceder, e indicador Esalq recua R$1,17

Mercado físico de boi gordo segue pressionado. Frigoríficos se mantêm fora das compras, na tentativa de pressionar as cotações da arroba. Em São Paulo, a arroba é cotada a R$90,00, à prazo, para descontar o funrural. Dentre as praças paulistas é possível observar uma oscilação de até R$2,00 para baixo. A estratégia dos frigoríficos é reduzir as escalas de abate para pressionar os preços, visto a redução drástica das exportações. Na região de Goiânia, arroba é cotada a R$84,00, à prazo, para descontar o funrural, no sul de Goiás, a arroba vale R$83,00, à prazo, livre do funrural. No Mato Grosso, a arroba vale R$82,00, à prazo, para descontar o funrural. Mercado atacadista ficou estável, e com oferta reduzida.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 24 centavos, cotando a arroba a R$ 88,88. A arroba pra novembro caiu 121 centavos e fechou os negócios valendo R$ 85,75, o vencimento de dezembro se desvalorizou 91 centavos e fechou a R$ 85,87.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia de queda, na contramão dos mercados financeiros que viveram um dia de expressivas altas, o mercado futuro de boi gordo segue pressionado pelas exportações em decadência e o receio quanto ao excesso de oferta no mercado interno.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

27/10 - Boi Gordo: Cotações reagem na Bm&f

Mercado físico de boi gordo começa a semana com baixo volume. Frigoríficos estão fora das compras, preenchendo as escalas com bois próprios, os mercados vive um momento de dualidade, as perspectivas de menor demanda por carne e as dificuldades em exportar trazem um tom baixista ao mercado, porém a oferta restrita e o histórico processo de valorização da arroba com a alta do dólar fazem com que pecuaristas retenham o gado. Campo Grande, sudoeste do Mato Grosso e Santa Catarina tiveram recuos na arroba. Em São Paulo, os preços da arroba variam entre R$88,00 a arroba, a prazo, para descontar o funrural, e R$90,00, a prazo, livre do imposto. No atacado, as cotações do corte traseiro e dianteiro ficaram estáveis.
Na Bm&f, o vencimento de outubro subiu 67 centavos, cotando a arroba a R$ 89,12. A arroba pra novembro subiu 66 centavos e fechou os negócios valendo R$ 86,96, o vencimento de dezembro se valorizou 26 centavos e fechou a R$ 86,78.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia de recuperação, apesar da turbulência no mercado financeiro, as cotações da arroba tiveram um bom desempenho, já que os fundamentos do mercado seguem indefinidos, visto a baixa oferta de gado e demanda interna aquecida, pesa contra a restrição nas exportações e o temor quanto ao tempo que irá durar a demanda interna.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

24/10 - Boi Gordo: Recessão mundial arrasta as cotações do boi

Mercado físico de boi gordo fechou a semana com poucos negócios. Frigoríficos tentam pressionar as cotações e fizeram ofertas até R$4,00 abaixo, porém nessas condições os pecuaristas relutam em entregas o gado. A pressão baixista se mantém graças as condições adversas do mercado financeiro. Em algumas praças pesquisadas, a arroba se valorizou, é o caso do Rio de Janeiro que cotou a arroba a R$ 90,00, à prazo, para descontar o funrural, alta de R$1,00, em Santa Catarina, onde a valorização foi a mesma e a arroba saiu a R$93,00, à prazo, para descontar o funrural. No atacado paulista, o corte traseiro é cotado a R$ 6,50/kg, e o dianteiro a R$ 4,60/kg.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 52 centavos, cotando a arroba a R$ 88,45. A arroba pra novembro caiu 216 centavos e fechou os negócios valendo R$ 86,30, o vencimento de dezembro se desvalorizou 186 centavos e fechou a R$ 86,52.
O mercado de boi, na Bm&f, teve mais um dia de forte queda. A turbulência do mercado financeiro continua trazendo cautela aos investidores, que optam por sair das commodities, uma vez que a possibilidade de forte recessão deve gerar uma queda na demanda mundial.



23/10 - Boi Gordo: Bm&f tem forte queda

Cenário de crise internacional, enfim, atinge com intensidade o mercado de boi. Esalq cedeu, pela primeira vez durante a semana, saindo de R$ 91,76 para R$ 91,46. Nos estados de Mato Grosso, Paraná e São Paulo, vários frigoríficos estão fora das compras, cautelosos quanto a ausência de compras externas. Outros frigoríficos deram férias coletivas. Dourados, Cuiabá, norte do Tocantins e sudeste de Rondônia registraram recuo de R$ 1,00 na arroba. Somente Erechim e Santa Catarina registraram alta. No atacado, o corte traseiro recuou R$ 0,05/kg, e o dianteiro recuou R$ 0,15/kg.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 113 centavos, cotando a arroba a R$ 88,97. A arroba pra novembro caiu 172 centavos e fechou os negócios valendo R$ 88,46, o vencimento de dezembro se desvalorizou 184 centavos e fechou a R$ 88,45.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia de forte queda. A piora no cenário financeiro internacional, a renegociação de prazos e preços no comércio externo geraram as bases para a queda das cotações, visto a insegurança que se faz presente entre os investidores.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

22/10 - Boi Gordo: 4º dia de queda

Mercado físico do boi gordo teve comportamento distinto nas praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Enquanto Paragominas e Goiânia tiveram alta de R$1,00 para a arroba, enquanto Campo Grande, Barra do Garças e Redenção tiveram recuo na arroba da mesma magnitude. Em São Paulo, as cotações se mantiveram estáveis, oscilando de R$88,0 a R$92,00, à prazo, livre do funrural, dependendo da necessidade de abate da região. No atacado, as cotações ficaram estáveis.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 64 centavos, cotando a arroba a R$ 90,10. A arroba pra novembro caiu 152 centavos e fechou os negócios valendo R$ 90,18, o vencimento de dezembro se desvalorizou 168 centavos e fechou a R$ 90,29.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia de realização. As incertezas provocadas pela procura simbólica da Rússia pela carne brasileira, sendo forte reflexo da crise financeira e as escalas mais longas dos frigoríficos levaram o mercado ao 4º dia consecutivo de queda. A queda das cotações teve contorno mais drástico graças aos mercados financeiros, que tiveram uma quarta-feira negativa, visto que o ibovespa teve que ativar novamente o circuit breaker, graças a oscilação superior a 10%.



terça-feira, 21 de outubro de 2008

21/10 - Boi Gordo: Cotações na Bm&f cedem pelo 3º dia consecutivo

Como os frigoríficos tem escala fechada, pela semana, mantiveram-se fora das compras tentando pressionar as cotações da arroba, porém ofertas abaixo de R$92,00, a prazo, para descontar o funrural, na praça paulista, não encontra ofertas, esse fato tem mantido estável o mercado físico. A oferta de gado no norte do país é mais escassa o que pressiona os preços. No oeste da Bahia a arroba subiu para R$77,00, a prazo, livre do funrural, no oeste do Maranhão as ofertas pela arroba são de R$84,00, a prazo, livre do imposto, em Rondônia, as cotações chegam a R$84,00 a arroba, a prazo, para descontar o funrural. No atacado, os preços cederam, o corte traseiro sai a R$6,50/Kg e o dianteiro 4,90/Kg.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 23 centavos, cotando a arroba a R$ 90,74. A arroba pra novembro caiu 45 centavos e fechou os negócios valendo R$ 91,70, o vencimento de dezembro se desvalorizou 4 centavos e fechou a R$ 91,97. Mercado calmo e com pouco volume de negócios.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia de realização. O Uruguai segue sofrendo com a crise financeira, uma vez que a falta de crédito é refletida nos decepcionantes números de exportação. Em Goiás, a restrição na oferta de fêmeas preocupa, uma vez que, o abatimento de fêmeas reduziu o gado pronto para abate, nessa época do ano, onde o gado confinado perde volume. As cotações na Bm&f seguem cedendo, na contramão do indicador Esalq que se sustenta, o temor quanto a redução da demanda russa, cria a expectativa de excesso de oferta interna, a queda só não é maior por conta da possibilidade da União Européia volta a importar com maior volume.





segunda-feira, 20 de outubro de 2008

20/10 - Boi Gordo: Cotações na Bm&f cedem, em dia de poucos negócios

Mercado físico de boi gordo teve uma segunda-feira calma, com vários frigoríficos fora das compras, na tentativa de derrubar as cotações da arroba. As escalas, nas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, são capazes de fechar a semana, graças aos bois a termo que serão disponibilizados. Em São Paulo, a arroba é cotada entre R$92,00 a R$ 93,00, a prazo, para descontar o funrural. No sudoeste do Mato Grosso, a arroba é negociada a R$ 84,00, a prazo, para descontar o funrural, já o norte do Tocantins cota a arroba a R$ 83,00, a prazo, livre do funrural. No mercado atacado paulista, os preços se mantiveram estáveis.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 1 centavo, cotando a arroba a R$ 90,97. A arroba pra novembro caiu 35 centavos e fechou os negócios valendo R$ 92,15, o vencimento de dezembro se desvalorizou 19 centavos e fechou a R$ 92,01. Mercado calmo e com pouco volume de negócios.
O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia bem negativo, na contramão das demais commodities, que registraram um dia de alta. Os frigoríficos tentam pressionar as cotações, ficando longe das compras e com escalas que atendem a semana, porém a oferta de gado se mantém escassa, e assim com os confinamentos com menos cabeças, o pecuarista fica em situação confortável para reter gado. Como o mercado interno está aquecido fica perspectiva de que os contratos de gado, negociado em Bm&f, devem se manter firmes, visto os fundamentos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

17/10 - Boi Gordo: Bm&f cede e físico se sustenta

Mercado físico de boi gordo não traz novidades, e se mantém firme, em todo país. Os preços no atacado ficaram inalterados hoje. A cotação da arroba, na maioria das praças pesquisadas pela Scot consultoria, se manteve estável, exceção feita ao norte do Tocantins e Cuiabá que registraram valorização de R$1,00. A única praça a registrar recuo nas cotações foi Erechim (RS) devido a oferta mais generosa de gado pronto.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 149 centavos, cotando a arroba a R$ 90,98. A arroba pra novembro caiu 182 centavos e fechou os negócios valendo R$ 92,50, o vencimento de dezembro se desvalorizou 190 centavos e fechou a R$ 92,20.O mercado de boi, na Bm&f, teve um dia bem negativo, na contramão das demais commodities, que registraram um dia de alta. As cotações cederam dando seqüência ao movimento de realização de lucros no mercado, já que os fundamentos do boi seguem firmes, mesmo com a forte crise financeira que assola os mercados, cautela tem sido a tônica dos investidores




quinta-feira, 16 de outubro de 2008

16/10 - Boi Gordo: Físico sobe e futuro desce


Mercado físico de boi gordo se mantém firme, em todo país. Os frigoríficos dispõem de escalas que não ultrapassam 5 dias, na maioria das praças pesquisadas pela Scot consultoria. Nos estados do Norte e Nordeste, a arroba se valorizou R$1,00, com destaque para sul da Bahia, oeste do Maranhão, Marabá no Pará e sudeste de Rondônia. As praças que ofertam mais gado são: São Paulo, Triângulo Mineiro e sul de Goiás. A proximidade do fim da entressafra deixa os compradores apreensivos, quanto a oferta de gado disponível em confinamento. No atacado, o kilo do corte recuo 10 centavos pelo segundo dia consecutivo.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 99 centavos, cotando a arroba a R$ 92,47. A arroba pra novembro caiu 118 centavos e fechou os negócios valendo R$ 94,32, o vencimento de dezembro se desvalorizou 133 centavos e fechou a R$ 94,10.O mercado de boi, na Bm&f, segue alheio aos fortes movimentos de queda tanto do mercado financeiro quanto das demais commodities. O cenário externo não é positivo, dado a restrição de crédito que assola o mercado internacional. A Rússia deixou de cumprir alguns contratos de aquisição de carne dado a dificuldade em conseguir créditos, o que tem sustentado o mercado de boi é o aquecido mercado interno, que propicia consumo para a elevada produção nacional.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

15/10 - Boi Gordo: Em meio a crise, cotações do boi se sustentam

Mercado físico de boi gordo se mantém firme. Os frigoríficos seguem com escalas curtas, devido a dificuldade em adquirir gado pronto para abate. Na praça paulista, a arroba é negociada entre R$ 92,00 e R$ 93,00, a prazo para descontar o funrural. A arroba do boi e da vaca teve recuo apenas no oeste da Bahia e sudoeste do Mato Grosso. O comércio de carne, no atacado, hoje teve uma leve queda de R$ 0,10 nos cortes traseiro, dianteiro e vaca casada.
Na Bm&f, o vencimento de outubro subiu 34 centavos, cotando a arroba a R$ 93,46. A arroba pra novembro subiu 17 centavos e fechou os negócios valendo R$ 95,50, o vencimento de dezembro se valorizou 13 centavos e fechou a R$ 95,43.
Na contramão das demais commodities, o mercado de boi traz perspectivas de alta, uma vez que a oferta de gado confinado está diminuindo, após outubro a oferta de gado de pasto e de cocho deve ser reduzida, além da pequena oferta de vacas, uma vez que as matrizes estão sendo retidas, graças a valorização dos bezerros. Os frigoríficos estão em situação incômoda, já que terão que ceder a elevação dos preços.




terça-feira, 14 de outubro de 2008

14/10 - Boi: Mercado fisíco segue firme

Mercado físico de boi gordo esteve lento, porém firme. Frigoríficos evitam fazer compras, tentando estabilizar os preços, já que os fundamentos seguem dando margem para novas altas. Na praça paulista, a arroba é negociada entre R$ 92,00 e R$ 93,00, a prazo para descontar os impostos, as escalas estão com média de 5 dias. Na região sul de Goiás, a arroba é negociada a R$ 85,00, a prazo, livre de funrural. Já no norte do Mato Grosso, a arroba é negociada a R$ 84,00, a prazo, para descontar impostos.
Na Bm&f, o vencimento de outubro cedeu 43 centavos, cotando a arroba a R$ 93,12. A arroba pra novembro cedeu 51 centavos e fechou os negócios valendo R$ 95,33, o vencimento de dezembro cedeu 28 centavos e fechou a R$ 95,30.
Mercado de boi segue firme, a pequena queda é justificada pela restrição de crédito internacional, que levou a Rússia, maior importador de carne do Brasil, a cancelar alguns contratos. O mercado interno é responsável pelo aquecimento do mercado bovino, diferente de outros mercados que sucumbiram diante da crise financeira internacional, os preços no atacado nacional acumularam valorização de 10,60%, no mesmo período. Soma-se a isso, as previsões pessimistas de retenção de gado em confinamento, visto os ascendentes custos produtivos e dificuldade em adquirir bois magros. As restrições de crédito no mercado internacional e as perspectivas negativas para as cotações de commodities levaram frigoríficos uruguaios a suspender as exportações, visto a dificuldade em comercializar os cortes.






segunda-feira, 13 de outubro de 2008

13/10 - Boi Gordo: 2009 com menos gado confinado

Mercado físico de boi gordo esteve lento pela manhã, com a ausência dos frigoríficos na compra. Segundo a Scot Consultoria, o preço da arroba subiu 2,16%, nos últimos dez dias, na média das 28 praças pesquisadas, onde a oferta de confinamento é menor, a alta chega aos 5%. Outubro é, tradicionalmente, o mês de maior oferta de gado de confinamento, porém o número de animais prontos para abate segue enxuto. Soma-se a isso, a recuperação do câmbio que tem favorecido as exportações.
As perspectivas para o ano que vem quanto o número de cabeças confinadas, são pessimistas. Graças a elevação dos custos dos insumos e a dificuldade em adquirir bois magros, a previsão de aumento de cabeças de confinamento é de 5.900 para 2009, uma redução de 17% entre as intenções expostas entre março e outubro, segundo a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon).
Na Bm&F, o vencimento de outubro/08 cedeu 12 centavos, encerrando os negócios a R$ 93,55, já o vencimento de novembro/08 sustentou alta de 5 centavos, e fechou a R$ 95,84, assim como o vencimento de dezembro/08 que subiu 8 centavos e fechou a R$ 95,58. O indicador Esalq manteve a trajetória de alta, e ficou em R$ 91,68, valorização de 4 centavos.




quarta-feira, 8 de outubro de 2008

08/10 - BOI: Preço na BM&F sobe e tem maior patamar desde julho

Os preços futuros do boi gordo tiveram um dia de leve alta no pregão de hoje na
Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F). Os contratos com vencimento em outubro tiveram alta de 0,2% e foram cotados a R$ 95,02 por arroba, o maior patamar desde o mês de julho, rompendo a barreira psicológica dos R$ 95,00.
Em pleno pico da safra de animais confinados, alguns frigoríficos já encontram bastante
dificuldade em encontrar animais para abate e já estudam férias coletivas para os funcionários.
Outras indústrias, no entanto, preferem intercalar os dias de abate para manter as operações em andamento.
Em Mato Grosso do Sul, os negócios voltaram a atingir o patamar de R$ 90,00 por arroba, diante da falta de animais prontos para abate. Em São Paulo, as indústrias já pagam R$ 92,00 livre de impostos e tentam trazer animais do Mato Grosso do Sul para serem abatidos em unidades paulistas.

Fechamento do mercado:



07/09 - Boi: Valorização do dólar puxa preços da arroba no mercado futuro

Em 7 dias o dólar comercial teve uma valorização de mais de 20% em comparação com o real e isso vem estimulando os preços do boi gordo no mercado futuro da BM&F, já que nessas condições a carne bovina brasileira fica mais competitiva no mercado internacional.
Com o preço da carne brasileira valendo menos no mercado internacional a procura deve aumentar. Aliado a este fator, um número cada vez maior de fazendas habilitadas a exportar para Europa. Diante disso industrias vem pagando a mais o que obriga as empresas a pagarem mais pela arroba no mercado interno, puxando para cima os preços praticamente em todas as praças.

Fechamento do mercado: