
Mercado físico de soja, na região de Uberlândia, segue lento e com dificuldades em negociar o remanescente da safra.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda durante todo dia, o mercado foi marcado por movimentos pessimistas. O vencimento de novembro, cotado a US$ 27,45, teve desvalorização de 50 cents, o vencimento de março/09 recuou 50 cents e fechou US$ 26,00. No after, o mercado operou estável, sem grande volume negociado.
Chicago operou em leve baixa, e encerrou os negócios a 1176,00 cents por bushel para novembro, desvalorização de 0,17%.
Mercado de soja, na Cbot, apesar de ter fechado em baixa, não apresentou um grande volume de negócios. As atenções se voltam para o relatório de amanhã. No entanto, as cotações em queda do petróleo e em alta do dólar fizeram com que o contrato de novembro (o mais liquido) fechasse em queda. Nos derivados da soja, o farelo teve um bom desempenho pela proximidade do inverno americano, uma vez que pecuaristas visam garantir o farelo das rações.
Na BM&F, o mercado de soja operou em queda durante todo dia, o mercado foi marcado por movimentos pessimistas. O vencimento de novembro, cotado a US$ 27,45, teve desvalorização de 50 cents, o vencimento de março/09 recuou 50 cents e fechou US$ 26,00. No after, o mercado operou estável, sem grande volume negociado.
Chicago operou em leve baixa, e encerrou os negócios a 1176,00 cents por bushel para novembro, desvalorização de 0,17%.
Mercado de soja, na Cbot, apesar de ter fechado em baixa, não apresentou um grande volume de negócios. As atenções se voltam para o relatório de amanhã. No entanto, as cotações em queda do petróleo e em alta do dólar fizeram com que o contrato de novembro (o mais liquido) fechasse em queda. Nos derivados da soja, o farelo teve um bom desempenho pela proximidade do inverno americano, uma vez que pecuaristas visam garantir o farelo das rações.

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