
Mercado físico de milho segue muito lento, como as exportações seguem abaixo das perspectivas, os compradores não tem pressa em fechar negócios, o que mantém travado a comercialização.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,05 com queda de 95 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,80 com queda de 115 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 105 centavos e fechou a R$ 23,25. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,55, cedendo 50 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 50 centavos e fechou a R$ 22,30.
Chicago operou em limite de queda, cedendo 30,00 pontos (-6,61%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 424,00 cents por bushel.
Dia quente para o mercado de milho. Em Chicago, o mercado operou em limite de queda de 30 pontos, durante a maior parte do dia. A Bm&f seguiu o desempenho do mercado internacional de commodities que seguiu o mercado financeiro e cedeu mais de 4% durante a manhã. A crise de crédito se espalha pela Europa, e a crise de confiança assola os mercados, o que estimula a liquidação pesada de especuladores, em busca de investimentos de menor risco.
Na BM&F, o mercado operou em queda. O vencimento de novembro fechou a R$ 22,05 com queda de 95 centavos, o vencimento de janeiro/09 fechou a R$ 22,80 com queda de 115 centavos e o vencimento de março/09 que cedeu 105 centavos e fechou a R$ 23,25. No after, o mercado seguiu operando muito mal, o vencimento de novembro fechou a R$ 21,55, cedendo 50 centavos, já o vencimento de janeiro/09 cedeu 50 centavos e fechou a R$ 22,30.
Chicago operou em limite de queda, cedendo 30,00 pontos (-6,61%) para o vencimento de dezembro, encerrando os negócios a 424,00 cents por bushel.
Dia quente para o mercado de milho. Em Chicago, o mercado operou em limite de queda de 30 pontos, durante a maior parte do dia. A Bm&f seguiu o desempenho do mercado internacional de commodities que seguiu o mercado financeiro e cedeu mais de 4% durante a manhã. A crise de crédito se espalha pela Europa, e a crise de confiança assola os mercados, o que estimula a liquidação pesada de especuladores, em busca de investimentos de menor risco.

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