
Não faltaram notícias benignas. Coréia do Sul, Suécia, Holanda, Reino Unido e França foram alguns dos países que ocuparam o noticiário com mais anúncios de intervenções governamentais - imediata ou em planejamento contra a crise.
Da pauta macroeconômica nos Estados Unidos, o Conference Board informou que o índice de indicadores antecedentes em setembro subiu 0,3%, para 100,6 pontos, ante queda de 0,9% em agosto - dado revisado de um declínio de 0,5%. Economistas esperavam um recuo de 0,2%. Esta foi a primeira alta do índice em cinco meses. De acordo com Ken Goldstein, economista-chefe Conference Board, "os dados mais recentes sugerem que as condições da economia que está fora do setor financeiro não estão desmoronando. Os dados apresentados são um reflexo de uma economia em contração, mas não em queda livre", disse.
Contudo, a semana esta apenas começando e ainda tem muita coisa pra rolar, principalmente a divulgação dos balanços tanto das empresas no exterior quanto aqui no Brasil.
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