
As preocupações em relação à economia mundial continuam pressionado os mercados de commodities energéticas, que, por sua vez, derrubam os preços da soja. Aliado a esse fator, o fortalecimento do dólar contribui para jogar ainda mais para baixo o mercado e acentuar as perdas. Os operadores tentam medir o quanto uma recessão global poderia reduzir a demanda por alimentos, que ainda é a chave para afastar os compradores dos negócios.
No momento do fechamento dos agrícolas, em Chicago, o índice Dow Jones da bolsa de Nova York registrava perdas de 400 pontos, enquanto os preços do petróleo acumulam perdas de US$ 5,00 por barril. No sentido oposto, o dólar registrava fortes altas.
Entre os fundamentos, que limitam as quedas da soja, o mercado ainda enxerga uma boa demanda pelo grão dos Estados Unidos e ainda tem incertezas em relação à produtividade da safara americana. O DTN Meteorlogix prevê que o Meio-Oeste americano terá chuvas durante os próximos três dias, o que pode atrasar um pouco a colheita.
Amanhã, o Census Bureau’s vai divulgar o relatório de esmagamento de soja de setembro. A expectativa do mercado é de que tenham sido esmagados 121,1 milhões de bushels (3,50 milhões de toneladas). Ainda na quinta-feira, o ura nos Estados Unidos (USDA) vai divulgar o relatório de exportações semanais. O mercado prevê que tenham sido exportadas entre 600 mil e 900 mil toneladas de soja na última semana. Para o farelo, as estimativas projetam volumes entre 125 mil e 200 mil toneladas, enquanto para óleo são esperadas entre 5 mil e 15 mil toneladas. As informações são da Dow Jones.
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