
Coberturas de posições vendidas impulsionaram os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos para entrega em dezembro, mais movimentados, encerraram o pregão com valorização de 15,50 cents ou 3,85%, cotados a US$ 4,1850/bushel, perto da máxima de US$ 4,20/bushel. Analistas alertaram que o salto deve-se mais a uma correção das perdas recentes do que à confiança dos investidores no potencial de alta do milho. "Apesar da forte queda recente, ainda há poucos compradores no mercado", ponderou um analista. A valorização do petróleo e o bom desempenho das bolsas de valores também deram suporte ao milho. Em Nova York (Nymex), o barril fechou em alta de 3,34%, sustentado pela ameaça de corte na produção dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Já o índice Dow Jones teve ganho de 4,67%. Traders disseram que o milho pode continuar subindo no curto prazo, mas ponderaram que o avanço da colheita americana deve limitar os ganhos. De acordo com relatório divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 32% da safra 2008/09 foi colhida até ontem.
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